É daquelas perguntas que frequentemente me faço a mim própria. Quantas horas tem um dia?
Alguém se lembrou de lhe dar apenas 24 horas...Calculo que em função das rotações da terra e todas essas m*****es. Peço desculpa pelo vernáculo, mas tudo o que puxe às ciências causa-me sempre alguma irritação (pelo profundo desconhecimento) e aversão.
Em que época vive a minha geração que tem que se esforçar para bater os possíveis e impossíveis para esticar o tempo, ter rentabilidade e, se forem mulheres, arranjarem tempo para aparentarem, não só um ar saudável, mas também maravilhoso e sofisticado. E o pior é que ainda nos pomos a ler aqueles artigos da "Überwoman", que é o mesmo que dizer, artigo que nos forçam a ir para além do limite e das nossas forças físicas e psíquicas, para dizermos ao mundo: "Vejam eu consigo"...
E eu vou tentando até ao dia em que a vida, farta de me dar sinais (daqueles luminosos, como em Times Square) se cansar e atirar com um: Se não aproveitas, também não te dou mais...
quinta-feira, 30 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Há sempre espaço para melhorar!
Não, meus amigos. Não escrevo estas palavras embriagada ou em estado depressivo.
É, sim, fruto de um fim-de-semana que se avizinha mais introspectivo que outra coisa.
Introspectivo em todos os sentidos: material e pessoal.
Hoje foi dia de peregrinação ao IKEA. Valeu-me o facto de ser feriado, o que me obrigou a fazer uma "check-list" previamente a abandonar o lar. Efeito: demorei pouco mais de hora e meia, entre ver, analisar, decidir e comprar. Resultado: o rombo na conta não foi muito significativo e fiquei com a sensação de tarefa atingida.
Estou, efectivamente, a atravessar uma fase em que ando mais voltada para mim e para o meu mundo interior. A casa, os meus estados de alma, o meu corpo.
Quanto à casa, finalmente estou a pensar dedicar-lhe mais atenção. Confesso que tendo começado já a adquirir o hábito de frequentar e gozar outras divisões da casa que não o quarto, o W.C. e a cozinha (bom, também são só mais duas...), causa-me alguma aflição ver o quão desnudadas e despersonalizadas estão algumas das minhas paredes e superfícies.
São o reflexo de uma fase com a qual já não me identifico: paredes brancas suscitam-me a ideia de algo sem história. Não é, decididamente, o caso. O meu último ano e meio representou o regresso à vida e está na hora de também o meu lar o expressar.
Quanto à introspecção espiritual, essa tem uma periodicidade mensal, em particular quando lh antecedem momentos marcantes - bons e maus.
Confesso que neste momento quando olho para a minha alma - se é que tenho uma - ela me aparece num tom que apenas consigo caracterizar de "bubbly", aéreo, leve.
Esta semana, tirando dois ou três dias em que tal se impôs por dever, tive sempre algumas dificuldades em pôr mão nas minhas horas de sono.
Mesmo chegando tardíssimo, o vizinho que tenha binóculos com "features" raio-x poderá ter tido a oportunidade de me ver de phones nos ouvidos, escutando música e dançando em frente ao espelho até altas horas da madrugada. O único motivo que encontro: energia para despender. A questão: os meus dias de trabalho normalmente têm 12 ou 13 horas, mais o tempo que passo em "commuting" (vá, 40/50 min), mais as horas que invisto no gym (2h/diax 2 ou 3 dias). Portanto, não sei onde a fui arranjar.
Só a posso imputar ao bom momento que tenho estado a viver. A todos os níveis. É a manifestação de uma máxima que tenho o hábito de dizer aos outros, mas na qual nem eu própria costumo depositar muitas expectativas: a vida é feita de altos e baixos.
Tenho também andado a fazer um esforço para aplicar as minhas "exceptional language skills" (pelo menos é resultado de um teste de QI, na ronda semanal de testes) na escrita de sms que causem no seu destinatário o efeito que as deste último têm causado em mim. O que é difícil. O meu interlocutor escreve em inglês e tem uma verdadeira veia poética, mesmo quando escreve sobre coisas mais - digamos assim - físicas...Eu, pelo meu lado, sou uma menina de prosa, com poucos dotes para as metáforas, salvo aquelas mais "cheesy" que se encontra em qualquer romance de cordel. Portanto, digamos que os meus tempos de resposta apenas são comparáveis ao de qualquer prestador de serviços essenciais (os antigos serviços públicos): nunca imediatos... Fosse eu regulada nesta actividade, já teria levado com não sei quantas contra-ordenações por incumprimento de níveis de serviço...
É, sim, fruto de um fim-de-semana que se avizinha mais introspectivo que outra coisa.
Introspectivo em todos os sentidos: material e pessoal.
Hoje foi dia de peregrinação ao IKEA. Valeu-me o facto de ser feriado, o que me obrigou a fazer uma "check-list" previamente a abandonar o lar. Efeito: demorei pouco mais de hora e meia, entre ver, analisar, decidir e comprar. Resultado: o rombo na conta não foi muito significativo e fiquei com a sensação de tarefa atingida.
Estou, efectivamente, a atravessar uma fase em que ando mais voltada para mim e para o meu mundo interior. A casa, os meus estados de alma, o meu corpo.
Quanto à casa, finalmente estou a pensar dedicar-lhe mais atenção. Confesso que tendo começado já a adquirir o hábito de frequentar e gozar outras divisões da casa que não o quarto, o W.C. e a cozinha (bom, também são só mais duas...), causa-me alguma aflição ver o quão desnudadas e despersonalizadas estão algumas das minhas paredes e superfícies.
São o reflexo de uma fase com a qual já não me identifico: paredes brancas suscitam-me a ideia de algo sem história. Não é, decididamente, o caso. O meu último ano e meio representou o regresso à vida e está na hora de também o meu lar o expressar.
Quanto à introspecção espiritual, essa tem uma periodicidade mensal, em particular quando lh antecedem momentos marcantes - bons e maus.
Confesso que neste momento quando olho para a minha alma - se é que tenho uma - ela me aparece num tom que apenas consigo caracterizar de "bubbly", aéreo, leve.
Esta semana, tirando dois ou três dias em que tal se impôs por dever, tive sempre algumas dificuldades em pôr mão nas minhas horas de sono.
Mesmo chegando tardíssimo, o vizinho que tenha binóculos com "features" raio-x poderá ter tido a oportunidade de me ver de phones nos ouvidos, escutando música e dançando em frente ao espelho até altas horas da madrugada. O único motivo que encontro: energia para despender. A questão: os meus dias de trabalho normalmente têm 12 ou 13 horas, mais o tempo que passo em "commuting" (vá, 40/50 min), mais as horas que invisto no gym (2h/diax 2 ou 3 dias). Portanto, não sei onde a fui arranjar.
Só a posso imputar ao bom momento que tenho estado a viver. A todos os níveis. É a manifestação de uma máxima que tenho o hábito de dizer aos outros, mas na qual nem eu própria costumo depositar muitas expectativas: a vida é feita de altos e baixos.
Tenho também andado a fazer um esforço para aplicar as minhas "exceptional language skills" (pelo menos é resultado de um teste de QI, na ronda semanal de testes) na escrita de sms que causem no seu destinatário o efeito que as deste último têm causado em mim. O que é difícil. O meu interlocutor escreve em inglês e tem uma verdadeira veia poética, mesmo quando escreve sobre coisas mais - digamos assim - físicas...Eu, pelo meu lado, sou uma menina de prosa, com poucos dotes para as metáforas, salvo aquelas mais "cheesy" que se encontra em qualquer romance de cordel. Portanto, digamos que os meus tempos de resposta apenas são comparáveis ao de qualquer prestador de serviços essenciais (os antigos serviços públicos): nunca imediatos... Fosse eu regulada nesta actividade, já teria levado com não sei quantas contra-ordenações por incumprimento de níveis de serviço...
quinta-feira, 16 de abril de 2009
A maldição do telemóvel
No passado é que era. Um passado não tão distante assim, que eu também ainda nem tenho 1/3 de século, ok?!?!?
Mas resumindo, no passado é que era.
Ainda me lembro de enviar cartas pelo correio aos meus amigos durante as férias grandes, só pelo prazer de dizer "olha, estamos longe, mas estou aqui, contigo no pensamento". Sem expectativas algumas. Mandava o postal ou a carta, e já ficava contente quando em Setembro, de regresso às aulas alguém dizia: "Recebi e adorei a tua carta."
Passando uns anos à frente, também ainda fui do tempo em que relações à distância podiam ser cultivadas (mal, é certo, como de resto evidenciado pela experiência) com os telefonemas de longa distância, que deixavam a minha mãe com os cabelos em pé, recebida a conta da PT (sim, porque na altura não havia nada de Novis, Sonae, Zon) e a minha pessoa de castigo, com restrições (durante algumas horas, é certo, que a minha mãe sempre detestou os castigos mais mundanos, preferindo deixar-nos com o peso das nossas acções indevidas na consciência - método altamente mais eficaz, garanto-vos) até à próxima conta do telefone.
Em que se combinava o dia e a hora do telefonema com os nossos amigos e outros mais que amigos, para podermos estar junto ao aparelho na hora em que o dispositivo tocasse. Independentemente de estarmos a um andar, um prédio, uma rua, uma cidade ou a países de distância.
O que é certo é que nesses tempos, falhando a comunicação, não nos sentíamos mal, as expectativas apenas em parte defraudadas, porque mesmo no acesso à comunicação nem tudo dependia sempre dos candidatos a interlocutores.
Que saudades desses tempos...e como detesto o telemóvel, por ter aumentado os nossos receios.
De facto, hoje quando tento estabelecer uma comunicação via telemóvel e não tenho resposta, tenho sempre que congeminar quais as mil e uma razões pelas quais não tenho ou (1) recepção da minha comunicação ou (2) resposta imediata a uma mensagem de texto. E bem sei que também eu, com as minhas acções (ou omissões, neste caso) posso estar perfeitamente a incutir noutra pessoa a mesma sensação.
Confesso que em determinadas situações, em particular as que envolvem interacções com pessoas do sexo oposto ou "love interests" se quisermos ser mais actuais, não consigo refrear pensamentos menos simpáticos sobre o motivo porque não tenho resposta imediata a, por exemplo, SMS's, em particular quando são daqueles que nos expõem e nos deixam mais vulneráveis aos olhos do respectivo destinatário. Será que disse de mais? Será que disse de menos? Será que não gostou? Será que não responde porque tem a atenção centrada em algo mais interessante? Será que quer ignorar-me? Será, será, será...
Se o telemóvel contribuiu para nos permitir estar mais presentes na vida daqueles com os quais temos/queremos comunicar, creio que o imediatismo que lhe está necessariamente associado também contribui muitas vezes para estados de inquietação e desassossego...como aquele em que encontro agora, depois de ter enviado um SMS há 3 horas e ainda não ter tido resposta...ai inquietude, que agora me acompanharás no sono...sleep tight my friend!
Mas resumindo, no passado é que era.
Ainda me lembro de enviar cartas pelo correio aos meus amigos durante as férias grandes, só pelo prazer de dizer "olha, estamos longe, mas estou aqui, contigo no pensamento". Sem expectativas algumas. Mandava o postal ou a carta, e já ficava contente quando em Setembro, de regresso às aulas alguém dizia: "Recebi e adorei a tua carta."
Passando uns anos à frente, também ainda fui do tempo em que relações à distância podiam ser cultivadas (mal, é certo, como de resto evidenciado pela experiência) com os telefonemas de longa distância, que deixavam a minha mãe com os cabelos em pé, recebida a conta da PT (sim, porque na altura não havia nada de Novis, Sonae, Zon) e a minha pessoa de castigo, com restrições (durante algumas horas, é certo, que a minha mãe sempre detestou os castigos mais mundanos, preferindo deixar-nos com o peso das nossas acções indevidas na consciência - método altamente mais eficaz, garanto-vos) até à próxima conta do telefone.
Em que se combinava o dia e a hora do telefonema com os nossos amigos e outros mais que amigos, para podermos estar junto ao aparelho na hora em que o dispositivo tocasse. Independentemente de estarmos a um andar, um prédio, uma rua, uma cidade ou a países de distância.
O que é certo é que nesses tempos, falhando a comunicação, não nos sentíamos mal, as expectativas apenas em parte defraudadas, porque mesmo no acesso à comunicação nem tudo dependia sempre dos candidatos a interlocutores.
Que saudades desses tempos...e como detesto o telemóvel, por ter aumentado os nossos receios.
De facto, hoje quando tento estabelecer uma comunicação via telemóvel e não tenho resposta, tenho sempre que congeminar quais as mil e uma razões pelas quais não tenho ou (1) recepção da minha comunicação ou (2) resposta imediata a uma mensagem de texto. E bem sei que também eu, com as minhas acções (ou omissões, neste caso) posso estar perfeitamente a incutir noutra pessoa a mesma sensação.
Confesso que em determinadas situações, em particular as que envolvem interacções com pessoas do sexo oposto ou "love interests" se quisermos ser mais actuais, não consigo refrear pensamentos menos simpáticos sobre o motivo porque não tenho resposta imediata a, por exemplo, SMS's, em particular quando são daqueles que nos expõem e nos deixam mais vulneráveis aos olhos do respectivo destinatário. Será que disse de mais? Será que disse de menos? Será que não gostou? Será que não responde porque tem a atenção centrada em algo mais interessante? Será que quer ignorar-me? Será, será, será...
Se o telemóvel contribuiu para nos permitir estar mais presentes na vida daqueles com os quais temos/queremos comunicar, creio que o imediatismo que lhe está necessariamente associado também contribui muitas vezes para estados de inquietação e desassossego...como aquele em que encontro agora, depois de ter enviado um SMS há 3 horas e ainda não ter tido resposta...ai inquietude, que agora me acompanharás no sono...sleep tight my friend!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Euforia
O estado em que me encontro nos últimos dias, coroado com um excelente jantar de Páscoa junto de familiares bem dispostos e que já me vão dando conselhos adequados à minha condição de jovenzinha que já passou por algumas coisas.
Estado também intensificado pela música n.º 7 do CD que tenho comigo no XB. Perfeita para momentos de condução, com o sol a brilhar através do pára-brisas, numa bonita tarde de domingo. Coldplay, I salute and bow to you for this extraordinary song (lyrics and musical arrangment - os violinos estão simplesmente brilhantes...)
Viva La Vida:
I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sweep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you go there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
(Ohhh)
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become
Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
(Ohhhhh Ohhh Ohhh)
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
(Oooooh Oooooh Oooooh)
Estado também intensificado pela música n.º 7 do CD que tenho comigo no XB. Perfeita para momentos de condução, com o sol a brilhar através do pára-brisas, numa bonita tarde de domingo. Coldplay, I salute and bow to you for this extraordinary song (lyrics and musical arrangment - os violinos estão simplesmente brilhantes...)
Viva La Vida:
I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sweep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you go there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
(Ohhh)
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become
Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
(Ohhhhh Ohhh Ohhh)
I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
(Oooooh Oooooh Oooooh)
sábado, 11 de abril de 2009
Não há fome...
...que não dê em fartura!
Pois é. A alma que viveu o suficiente para desencantar um dos meus provérbios favoritos tinha razão. E os autores d' "o Segredo" também, provavelmente.
Isto para explicar o seguinte:
Há cerca de 3 semanas estava eu numa das minhas incursões "fnackianas" quando me deparei com o novo CD do Boss AC intitulado "Preto no Branco". Creio que a invocar a escrita, mas convenhamos que a capa também está excelente: O Boss (mulato com muita piada) destacado sobre fundo cinza. Awesome.
Gosto de e do Boss AC desde que, em 1998, o meu mano e eu delirámos com um videoclip de uma música deste grande rapper com o nome de "Anda cá ao papá", um cover de Terence Trent D'Arby e o seu "Sign your name" (1987).
Bem sei que o nome pode apelar à brejeirice, mas como podem ouvir, a música tinha uma sonoridade brutal, que ainda hoje se mantém actual.
Além do mais, para dois manos que já desde o MC Hammer adoram hip-hop, vê-lo representado na cena nacional quase 10 anos depois do take-off do hip-hop nos States foi brutal. Amámos e ficámos fãs. Nem tem comparação com o "Não sabe nadar". Muito mais à frente!
Mas voltando ao "Preto no Branco"...bom, dizia eu, lá estava eu na Fnac, peguei no dito e dirigi-me a um ponto de escuta. Ouvi pouco, e o pouco que ouvi gostei. Acabei por não o levar nesse dia, porque optei por mais uma colectânea de kizombas (há que saber o que oiço nas minhas esparsas incursões ao Mussulo, ou não?).
Entretanto, depois de gastar mais uns euritos no shopping, voltei para casa, e liguei-me ao Facebook (pelo 3.ª vez nesse dia...). No meu Facebook tenho uma app que se chama "Meet new people", que é basicamente uma aplicação através da qual as pessoas manifestam interesse noutras, desde o flirt básico, até aos pedidos de amizade.
Ora, qual não foi o meu espanto quando recebo uma mensagem a dizer "AC Firmino likes you on Meet new people"!!! O meu coração disparou. Porquê, pode perguntar o surfista que por aqui passe? Porque, para quem não sabe, a mãe do Boss AC é uma cantora cabo-verdiana de mornas, a Ana Firmino. Para além do nome, também aparecia uma foto do Boss AC em miniatura, por isso quando vi o nome AC Firmino, fiz logo a associação. Fiquei super entusiasmada e mandei logo uma mensagem a dizer: "Olá AC Firmino." E, depois, surgiu a desconfiança, não é? Afterall, it is the Internet e há sempre a possibilidade de ludibriarmos quem quisermos. Por isso, como nas informações dizia que o mocito se encontrava em NY, e para refrear o entusiasmo de quem quer que fosse ler a mensagem, acrescentei: "If you are the real thing, just to tell you that I'm a big fan"! E rematei com um pedido de amizade. Afinal, tentar não custa, né?!
E não é que deu frutos? Ah, pois é...desde esta semana, sou oficialmente "amiga" do Boss AC...nem que seja no Facebook. E, claro que, para recompensar o gesto, hoje já fui adquirir o CD, que andará no XB nos próximos tempos, para ser escutado até à exaustão...o que, a julgar pelo que ouvi até agora, não me vai custar mesmo nada.
Para já, uma frase da canção n.º 4 (sorry, ainda não decorei títulos) com a qual me identifico: "Não quero que notem a minha presença, mas que sintam a minha falta".
Pois é. A alma que viveu o suficiente para desencantar um dos meus provérbios favoritos tinha razão. E os autores d' "o Segredo" também, provavelmente.
Isto para explicar o seguinte:
Há cerca de 3 semanas estava eu numa das minhas incursões "fnackianas" quando me deparei com o novo CD do Boss AC intitulado "Preto no Branco". Creio que a invocar a escrita, mas convenhamos que a capa também está excelente: O Boss (mulato com muita piada) destacado sobre fundo cinza. Awesome.
Gosto de e do Boss AC desde que, em 1998, o meu mano e eu delirámos com um videoclip de uma música deste grande rapper com o nome de "Anda cá ao papá", um cover de Terence Trent D'Arby e o seu "Sign your name" (1987).
Bem sei que o nome pode apelar à brejeirice, mas como podem ouvir, a música tinha uma sonoridade brutal, que ainda hoje se mantém actual.
Além do mais, para dois manos que já desde o MC Hammer adoram hip-hop, vê-lo representado na cena nacional quase 10 anos depois do take-off do hip-hop nos States foi brutal. Amámos e ficámos fãs. Nem tem comparação com o "Não sabe nadar". Muito mais à frente!
Mas voltando ao "Preto no Branco"...bom, dizia eu, lá estava eu na Fnac, peguei no dito e dirigi-me a um ponto de escuta. Ouvi pouco, e o pouco que ouvi gostei. Acabei por não o levar nesse dia, porque optei por mais uma colectânea de kizombas (há que saber o que oiço nas minhas esparsas incursões ao Mussulo, ou não?).
Entretanto, depois de gastar mais uns euritos no shopping, voltei para casa, e liguei-me ao Facebook (pelo 3.ª vez nesse dia...). No meu Facebook tenho uma app que se chama "Meet new people", que é basicamente uma aplicação através da qual as pessoas manifestam interesse noutras, desde o flirt básico, até aos pedidos de amizade.
Ora, qual não foi o meu espanto quando recebo uma mensagem a dizer "AC Firmino likes you on Meet new people"!!! O meu coração disparou. Porquê, pode perguntar o surfista que por aqui passe? Porque, para quem não sabe, a mãe do Boss AC é uma cantora cabo-verdiana de mornas, a Ana Firmino. Para além do nome, também aparecia uma foto do Boss AC em miniatura, por isso quando vi o nome AC Firmino, fiz logo a associação. Fiquei super entusiasmada e mandei logo uma mensagem a dizer: "Olá AC Firmino." E, depois, surgiu a desconfiança, não é? Afterall, it is the Internet e há sempre a possibilidade de ludibriarmos quem quisermos. Por isso, como nas informações dizia que o mocito se encontrava em NY, e para refrear o entusiasmo de quem quer que fosse ler a mensagem, acrescentei: "If you are the real thing, just to tell you that I'm a big fan"! E rematei com um pedido de amizade. Afinal, tentar não custa, né?!
E não é que deu frutos? Ah, pois é...desde esta semana, sou oficialmente "amiga" do Boss AC...nem que seja no Facebook. E, claro que, para recompensar o gesto, hoje já fui adquirir o CD, que andará no XB nos próximos tempos, para ser escutado até à exaustão...o que, a julgar pelo que ouvi até agora, não me vai custar mesmo nada.
Para já, uma frase da canção n.º 4 (sorry, ainda não decorei títulos) com a qual me identifico: "Não quero que notem a minha presença, mas que sintam a minha falta".
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Kieran Spring 09
A minha mais recente entrada no telemóvel...
A música apropriada: "Upside down" por Diana Ross
I said upside down
Youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Instinctively you give to me
The love that I need
I cherish the moments with you
Respectfully I see to thee
Im aware that youre cheating
When no one makes me feel like you do
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
I know you got charm and appeal
You always play the field
Im crazy you are mine
As long as the sun continues to shine
Theres a place in my heart for you
Thats the bottomline
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Instinctively you give to me
The love that I need
I cherish the moments with you
Respectfully I see to thee
Im aware that youre cheating
But no one makes me feel like you do
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
I see to thee respectfully
Upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
I see to thee respectfully
I said a upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
A música apropriada: "Upside down" por Diana Ross
I said upside down
Youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Instinctively you give to me
The love that I need
I cherish the moments with you
Respectfully I see to thee
Im aware that youre cheating
When no one makes me feel like you do
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
I know you got charm and appeal
You always play the field
Im crazy you are mine
As long as the sun continues to shine
Theres a place in my heart for you
Thats the bottomline
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Instinctively you give to me
The love that I need
I cherish the moments with you
Respectfully I see to thee
Im aware that youre cheating
But no one makes me feel like you do
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
I see to thee respectfully
Upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
I see to thee respectfully
I said a upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
Subscrever:
Mensagens (Atom)

