sábado, 12 de dezembro de 2009

No scrutiny...


A feeling I'm getting used to whenever I find myself in this town.

Free from previous judgements, in acceptance of almost everyone and everything.

In touch with my inner, sensational and emotional side. In harmony and at peace with the world. With an enormous craving for extra-sensorial experiences, for bonding with friends and strangers.

The feeling that I can jump up and down in front of the Big Ben during Sunday afternoon rush hour and the certainty that no-one will mind or in case they shall, no word shall be uttered out loud to censor or disdain my attitude.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Schnurrbart


Würden einige Menschen gleich sein, wenn sie von ihren Schnurrbart beraubt wurden? Ich hoffe ja...

sábado, 28 de novembro de 2009

Funky glamorous e o meu primeiro...



CREME ANTI-RUGAS!!!

Só mesmo isto para me tirar do meu bloqueio de escrita, decorrido mais de um mês, snif...snif...

Pois é, aqui a je - não obstante reunir boas condições genéticas para não ter rugas a não ser a partir dos 50 (a acreditar na herança parental) - , foi hoje aconselhada a adquirir um creme de contorno dos olhos, para "começar a prevenção"...

A vendedora lá me disse que ainda não tinha rugas, nem rídulas (menos mal), mas tendo a pele sensível e com tendência a desidratar em condições de temperatura extrema (ou muito calor ou muito frio), conviria começar já a proteger a pele à volta dos olhinhos, para prevenir as tão malfadadas rugas... E eis que lá segui os conselhos da senhora e adquiri o creme.

Descansai, que o creme foi adquirido numa farmácia e não numa perfumaria, pelo que o preço nada teve de escandoloso. É que tendo a pele muito sensível, prefiro adquirir - e dou-me melhor com - produtos cosméticos de farmácia, pois têm-se revelado menos agressivos para "moi". Mas em todo o caso, magoou um pouco, né? Agora espero mesmo que não me apareçam as ditas rugas e rídulas nos próximos - sei lá - 25 anos, se não, volto ao local do crime e desanco a vendedora. Just in case, fiquei com os dados de identificação da senhora, para poder persegui-la "if and when the time comes"...

Mas, calma, que nem tudo no dia foi mau (pelo menos até ao momento, em que o Sporting-Benfica ainda está empatado a zero...).

Pois que comecei o dia com um sms que tinha como palavras iniciais um "Hey honey" que "soube a pato" para os meus olhos e a minha alma.

Não só as palavras iniciais souberam bem, como também a restante mensagem cai bem, pois que tinha tão-só dicas espectaculares para a viagem a Londres que se aproxima (hehehe, já só faltam cinco dias!!!).

Os que já me conhecem, sabem que adoro viajar nesta época do ano para uma qualquer cidade europeia suficientemente cosmopolita e em que o frio e as decorações nos fazem adorar o mês de Dezembro, com toda a sua simbologia de Natal. Sendo agnóstica, naturalmente que para mim o Natal é decididamente uma época que festejo imbuída de espírito pagão, e em que crio uma relação especial tripartida comigo, com o meu banco e com espaços comerciais e esvazio totalmente de conteúdo a minha conta, com a finalidade de me presentear a mim, a mim, a mim, a mim, ah e a minha família e algumas pessoas em relação às quais estarei eternamente grata por tudo o que representam de bom na minha vida.

Ora, pois que este ano juntei a minha celebração pagã a uma viagem a Londres, essa agitada e maravilhosa capital europeia, que, em minha opinião, possui uma mística fantástica. E, apesar de já lá ter estado duas vezes, o que é certo é que ainda não consegui sentir o verdadeiro ambiente da cidade (ou porque fui em trabalho e, logo, com limtações de tempo ou porque em ocasião pós-operatório em que estava limitada no esforço físico que podia fazer).

Assim, toca a perguntar às connections em Londres dicas para spots e actividades a realizar entre 4 e 8 de Dezembro. Que teve como resposta o tal "Hey Honey" e as dicas fantásticas.

Desde galerias trendy a spots nocturnos que servem Crystal e implicam ou sermos membros (e pagar qualquer coisa como 1000 libras por ano) ou então termos amigos que ou são membros ou conseguem arranjar maneira de termos acesso às guestlists. O que foi o caso. Por isso, não se admirem se, no próximo fim-de-semana, ouvirem dizer que fui vista, vestida a rigor (aparentemente, o dress code para estes sítios é "Funky Glamorous", o que quer que isso seja) na cena nocturna londrina a conviver com "A-list celebrities" ;-).

Sendo muito ecléctica, mesmo no modus vivendi, é óbvio que pretendo temperar estes momentos de diversão, alcóol e, quiçá, futilidade (segundo alguns) com momentos mais nobres dedicados à cultura.

Portanto, de dia, andarei de bonés, cachecóis, luvas e óculos de leitura a percorrer aquelas livrarias maravilhosas londrinas, onde se encontram livros para todos os paladares e a preços muito simpáticos. Desastres que antecipo: estar ainda a ressacar nesses momentos e, em consequência, adquirir Kerouac a mais...mas seja. Mal não fará!

domingo, 11 de outubro de 2009

Off...




É verdade! Desde que tive um momento de retiro na penúltima semana de Setembro, que ando assim um pouco como que alheada do Mundo.

Pode ser consequência do fim do Verão. Afinal, passamos daquele período de calor, em que nos apetece gozar a vida lá fora, conviver, apanhar sol, para o Outono que, para mim, significa a transição da euforia para o momento de reorganização e realinhamento.

Também poderá a ter ver com o facto de ter descoberto a trilogia do Stieg Larsson, o que me levou a ficar completamente viciada neste autor. E, como já sei, quando descubro um vício, torna-se complicado controlá-lo...resultado: sexta-feira acabei de ler o último livro da trilogia. Precisamente 18 dias depois de ter começado a ler o primeiro volume...já estou a sentir o efeito "cold turkey" de já não ter mais Stiegs para ler...

Não estou, no entanto, completamente off de tudo. Tenho dedicado mais tempo à parte familiar, pelo que aproveitei o fim-de-semana prolongado para rumar a sul e fazer um misto de turismo rural/celebrações familiares na Mimosa, perto de Santiago do Cacém. Foi bom, deu para retemperar forças, discutir tudo, desde o futebol à política. Tarefa nada fácil, pois que Mummy tem opiniões inflamadas sobre tudo e estamos sempre em lados opostos da barricada quando toca à justificação de opiniões...

Também tenho aproveitado para intensificar as idas ao ginásio. No meio das férias e das almoçaradas, aparecem sempre uns quilitos a mais, n'est-ce pas?

Preciso também de alinhavar pensamentos, estratégias e, sobretudo, prioridades. E para isso, tenho sempre a posição que não devo ter ruído à minha volta. Porque para isso preciso de estar concentrada e apanhar os sinais, as vibrações, as mensagens de todos e de tudo aquilo que me rodeia, para os conseguir compreender e perceber as implicações para mim e como me devo posicionar.

A desvantagem (para muitos): o silêncio e a solitude. Para mim, não tanto. São elementos que creio serem fundamentais. Porque mesmo sendo difícil, às vezes precisamos de nos afastar para, como dizem os anglo-saxónicos, "put things into perspective".

Overthinking, some might say? Isolamento, talvez?

Não. Tal como aprendemos em pequenos: antes de atravessar na passadeira, parar, olhar para a direita e para a esquerda e depois avançar.

domingo, 27 de setembro de 2009

É sintomático que...

..numa noite de eleições (nas quais, fyi, participei, sim senhora), esteja agora sentada ao computador a procurar notícias do Mundo ou a jogar "Mafia Wars".

Registo que o resultado me agrada, como não podia deixar de ser, mas ao mesmo tempo estou com um nozinho no estômago.

Deixei propositadamente para o fim escrever sobre este processo eleitoral, pois que cada vez mais reconheço mérito às célebres palavras de João Pinto: "Prognósticos, só depois do jogo" (ao que também devo ser seguida por Nassim Nicholas Taleb).

E ainda assim não me pretendo alongar muito sobre o tema. Resta-me ser consequente com as minhas palavras, proferidas muitas vezes a propósito de exemplos não tão bons da democracia, e que rezam assim: "cada povo tem o governo que merece. Os governos de cada país mais não são do que o reflexo das sociedades que os elegem".

Como fã acérrima do contrato social - e como ontem referido por um notório e eloquente conservador da área de Loures (onde por acaso me encontro hoje a escrever estas linhas) - e os contratos criam direitos e deveres que são para serem cumpridos, não posso deixar de mencionar, a título de nota pessoal, o quão triste e desapontada me deixa o elevado nível de abstenção registado num acto eleitoral cujos resultados são os que mais impactos provocam no nosso dia-a-dia.

Seria de esperar que na actual conjuntura de crise (a vários níveis) e que nos faz reflectir em muitas das coisas em que muitos de nós acreditamos, falte a consciência (ou em alguns casos a iniciativa ou vontade) de participar e exercer um dos direitos fundamentais mais importantes do ser humano: o direito de voto. E de, deste modo, tentar conduzir a política (afinal instituída para a concretização de interesses presentes na sociedade) do nosso país.

É precisamente esta nossa demissão da participação na vida política que promove a perda de qualidade dos nossos "políticos", a sensação (provavelmente para alguns, mais do que sensação a certeza) que temos de impunidade pelas promessas feitas e não cumpridas e da impossibilidade de uma efectiva responsabilização por tal, a perpetuação da estagnação em que Portugal se encontra desde há longos anos.

E, sendo a sociedade um reflexo dos seus vários membros, atrevo-me a opinar que este tipo de actuação (ou melhor, omissão) acaba também por reflectir o que é hoje, para mim, a sociedade portuguesa: uma sociedade profundamente marcada pela descrença, pela sensação de impotência, pela conformação com o "status quo", pela resignação. Que bloqueia qualquer possibilidade de verdadeiro avanço.

*Perdoem-me qualquer tom mais negativo e "desesperançado", mas isto hoje é Domingo e amanhã recomeça o trabalho depois de uma semana a recarregar baterias. Que, pelo que já pude antecipar, irão ficar completamente descarregadas antes de chegar a meio da semana...

domingo, 20 de setembro de 2009

Fé!

: crença absoluta na existência ou veracidade de certo facto; convicção íntima (Dicionário da língua portuguesa, Porto Editora).

Ontem o que eu testemunhei reforçou a minha crença no lado bom da vida! Que ele existe eu já sei, mas como todos os seres humanos presos à falácia da confirmação, ontem presenciei precisamente um daqueles momentos em que acabamos o dia a concluir que, por mais provações que aconteçam, por mais caminhos rochosos que tenhamos que percorrer, algumas vezes ao esforço, à dor, à angústia, sobrevirá a felicidade suprema.

Como a felicidade que a I. e o T. irradiavam ontem e altamente contagiante. Perdoem-me todos os meus amigos a cujos casamentos já tive a oportunidade de presenciar, mas creio que ontem foi um momento único para mim no que a estes assuntos do coração respeita. Não sei se pelo facto de estarem ali dois amigos meus que já conheço há 2 terços da minha vida, não sei se porque dos dois brotava mesmo uma felicidade quase palpável, que acabou por se entranhar logo em mim.

E ou muito me engano, ou muitos dos convivas sentiram o mesmo. Quase todos nós quisémos de alguma forma manifestar a nossa fé na I. e no T. e no seu momento de união perante Deus, a sua família e amigos. Prova disso foram os discursos (em português, inglês e holandês), em que quase todos os oradores tinham os olhos húmidos, com a lágrima ao canto do olho, os versos improvisados da boys band constituída no acto e o momento revivalista gospel da girls band dos tempos de liceu.

Uma festa que para muitos de nós durou mais de 12 horas, mas que espero, ou melhor, tenho fé (from the bottom of my heart) para vocês durará infinitamente mais.

E, aproveitando os ensinamentos do Eric: Gefeliciteerd met uw huwelijk!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

The power of nice e porque devemos evitar levarmo-nos muito a sério




Com o avançar da idade, começa a fazer-me cada vez mais espécie o tempo que gastamos - sim, também me incluo neste plural com alguma frequência - a querer mostrar aos outros algum tipo de antipatia ou desprezo.
Em particular, quando não conhecemos as pessoas com as quais estamos a interagir nesses momentos e que nada nos fizeram para merecerem essa atitude.

O presidente da Tertúlia do Tau Tau (Triple T) já me tinha avisado dos efeitos nefastos que isso tem: bloqueia a oportunidade de conhecermos mais pessoas, alargarmos o nosso universo de relacionamentos (seja a que nível for) e incorporarmos novas experiências na nossa vivência.

Eu própria já fui destinatária no passado de alguns e-mails de amigos em que estes me recomendaram vivamente a leitura deste livro. É óbvio que se tratavam de e-mails para "maçar", mas acredito que provavelmente a recomendação também teria fundo de verdade.

O que é certo é que, aliadas a estes e-mails, a visita a Düsseldorf o ano passado e a tirada do Presidente da Triple T - que tocou num ponto, confesso -, motivaram uma das resoluções de ano novo para 2009: tentar exercer com mais frequência o power of nice.

O primeiro nível de prática? A vida pessoal, está claro. E o que é certo é que de facto se começam a notar algumas evidências. Now, don't get me wrong. Eu não sou propriamente a encarnação da antipatia. Mas já me têm dito que esta é normalmente a primeira impressão que algumas pessoas têm de mim num primeiro contacto. Especialmente se este ocorrer num ambiente que desconheço e no qual sinto que não terei controlo - ainda que mínimo - do desenrolar de eventos. Portanto, decidi tentar mudar, até porque as primeiras impressões contam e muitas vezes o tempo não as permite inverter.

Assim, tenho vindo a mudar - aos pouco, é certo - o meu comportamento relativamente a pouco conhecidos ou mesmo muito desconhecidos, tentanto ser mais sorridente e simpática. Não posso dizer de forma desinteressada, desde logo porque um dos principais efeitos do power of nice é sentirmo-nos bem com nós próprios e, em simultâneo, parte do universo das pessoas a quem estamos a dirigir a nossa simpatia. Portanto, o power of nice tem também uma componente de auto-gratificação e de auto-realização. Being part of a bigger picture.

E, de facto, nunca se sabe se um sorriso, ainda que lançado ao acaso, não acabará por ter um efeito benéfico sobre quem o vê, mesmo não sendo este o seu destinatário pretendido. Ou seja, junta-se o útil ao agradável, já que ser simpático não custa, não magoa e até pode ter efeitos positivos (não confundir com o adoptar o papel de palhaço do circo e assim preferirmos ser rebaixados e pisados por falta de coragem para nos afirmarmos, seja na vida pessoal ou profissional. A nossa auto-estima é passível de conjugação com o power of nice, sem perda de dignidade e de assertividade).

Já o ar carrancudo, para além de nos tirar anos de vida, também nada de benéfico faz por nós. É fisica e psicologicamente desgastante, nada espontâneo e, em muitos casos, nem revela a nossa verdadeira natureza. Revela apenas uma faceta ou uma personagem que, na nossa cabeça, é a que deveríamos transmitir ao mundo para sermos - pensamos nós - levados a sério...

Mas ainda falta...pois que transpor esta atitude para o campo profissional ainda custa. É complicado, ainda para mais numa época em que vivemos num ambiente laboral altamente competitivo, em que as pessoas são treinadas a levarem-se mais a sério do que deviam, a fazer marketing desta imagem, a não reconhecerem a utilidade da humildade e os erros cometidos, a acreditar que é um mundo de "dog-eat-dog" e que quem mostra sentimentos está condenado a não sobreviver. Me included...but I'll get there. I'll be damned if I don't!

domingo, 6 de setembro de 2009

Fark lucky!

And just like that you pop - or better - text your way in...
If only people knew the effect of two words and an exclamation mark, even if they can't be squezzed for any other sense other than it's literal one...
Still, your text caused a smile of surprise and small and momentaneous satisfaction. Nice to see that Lisbon keeps finding a way in your mind, even if it's when you're watching a football game and remembering the last time you saw Portugal play...

sábado, 29 de agosto de 2009

O inesperado é quase sempre bom e de aproveitar!




E quando ao fim de um dia de trabalho, pensando que o dia irá acabar de forma monótona, recebemos um sms ou e-mail de amigos que, agindo no "spur of the moment", e porque também querem outro tipo de calor que não apenas o de Verão, nos lançam o desafio "Vem cá ter" ou "Sai cedo e vamos lanchar"?

É simplesmente óptimo, e de aproveitar, porque afinal, são pequenos presentes que não aparecem sempre...Mesmo à custa de umas valentes horas de sono e de doses cavalares de café para no dia seguinte ser possível aguentar mais um 12hour work day...

Adoro os meus amigos!

domingo, 23 de agosto de 2009

Color me beautiful

Ontem lá tirei a manhã para, finalmente, gozar um dos presentes de anos dos meus amigos: uma consulta de estilo!
Não vou negar que o presente foi recebido com mixed feelings: por um lado, adoro tudo o que tem a ver com moda e adequar a mesma ao nosso estilo (de corpo, de personalidade). Papo quase tudo o que é programa de transformação de imagem, se bem que em relação aos que envolvem cirurgia plástica, o que está em causa é mais voyerismo do que propriamente vontade de fazer o mesmo. Por outro lado, o presente também acentou a dúvida de saber se estou assim tão off em relação ao estilo que acho "me cai melhor".

Passando à consulta, a primeira coisa foi fazer um pequeno questionário para saber qual o meu tipo de estilo. Pelos vistos, o meu estilo predominante é city-chic com uns toques de dramático. Ou seja, city chic porque sou mais seguidora de tendências do que propriamente da alta costura, compro de forma cuidadosa e raramente imprudente, tentando garantir que aquilo que eu compro pode ser coordenado com outras peças que já tenha no guarda-roupa e uso cores vivas com cautela, tendo mais tendência para um look tone-on-tone. Os toques drámaticos porque tenho sempre um ou outro item cujo objectivo é o fazer uma afirmação (os óculos grandes, alguns vestidos de renda ou com cores muito vivas, ou a carteira e os sapatos de marca), e estou sempre a vasculhar na imprensa da moda para ver as últimas tendências.
Tudo verdade!
Aparentemente, de acordo com a consultora, sou das poucas portuguesas que não tem medo de mostrar o seu lado mais dramático :-).

Depois passámos a uma análise de cor. O primeiro passo é descobrir qual o meu tipo de cor. Esta análise passa por analisar a minha pigmentação e cor dos olhos e cabelo. Não surpeendentemente, enquadro-me no "deep strong". O que tem impacto nas cores de roupa e de maquilhagem.

Quanto à maquilhagem, nos olhos devia apostar mais nos tons azuis fortes, estilo turquesa, verdes e dourados (este último já faço). Como tenho lábios bem desenhados, também posso apostar nos vários tons de vermelho (que comecei a descobrir e a gostar em meados do ano passado, de facto). Devo também dar bastante ênfase aos meus olhos, um dos melhores features da minha cara (a par dos lábios).

Quanto a roupa, já estou mais ou menos no bom caminho: as minhas melhores cores neutras são o branco e branco champanhe, castanho chocolate, antracite e - claro - preto. Tenho ainda uma grande palete de cores ao nível dos verdes, azuis e encarnados, mas devia apostar mais em roxos, turquesas, azul-cobalto, azul eléctrico e vermelhos mais vivos.

Depois passámos à análise das características físicas. A minha cara - surprise, surprise - é rectangular, o que implica usar sempre blush para dar comprimento ao rosto, acentuar as maçãs do rosto com blush claro e - isto sim, surpresa a sério - sombra escura nos cantos do queixo para suavizar os cantos. Quanto a óculos, não devo usar armações muito angulares e devo apostar em brincos redondos, argolas, mas não muito compridos para evitar acentuar os ângulos da minha cara.

O formato da cara também "dita" o melhor tipo de corte. Aqui assim, estou completamente off nos dias em que aposto no simples pony tail...Pelo contrário, deveria usar o solto e aproveitar mais os caracóis que já tenho. Se o quiser esticá-lo, tenho que investir no cabelo a meio comprimento, escadeado e puxado para a cara para suavizar os ângulos.

O que mais gostei: saber que o meu tipo de corpo é o neat hourglass. O melhor para se ter! E segundo vim a descobrir, só 10% da população feminina a nível mundial tem (sendo que desses 10%, provavelmente 40% estão em portugal :-)...)



Como "neat hourglass", de porte médio (ainda que com o tronco mais comprido que as pernas e que estas sejam cheiinhas...), devo acentuar esta cinturinha com materiais que sigam as linhas e curvas do corpo, o meu decote e ombros - por sinal, também bonitos -, chamar a atenção para a cara e peito e desviá-la das ancas (provavelmente, um grande golpe para a população masculina, segundo tenho vindo a perceber).

Aproveitei para levar alguns items de vestuário, para perceber se estou mesmo no bom caminho. Fiquei surpreendida por ela ter confirmado que devo continuar a apostar num item que já hoje uso, mas que as minhas amigas têm o hábito de criticar: as leggings! Ah, pois é, para disfarçar a pernoca, posso e devo abusar das leggings, desde que estas sejam lisas (sem padrões). Ora toma! E também posso usar golas altas, em tecidos leves, já que sou mais comprida na parte do torso! Ora toma, toma!

A tudo isto, a acrescentar o facto de a minha interlocutora ser super simpática e envolvente!

Se ficaram curiosos (acho bem que tenham...) visitem http://www.cmb.com.pt/.

Recomendo. Mesmo!!!

Back to business...

domingo, 2 de agosto de 2009

Encerrado para férias!!!

Mas fiquem com o meu "Ego", para aliviar as saudades...

Viva os saldos

...que no Corte Inglês também dão para quem está "tecnicamente" falida e vai comer alface com milho nos próximos meses. (Feijão com arroz não, que a dieta continua...)
À conta da Nine West e da Farrutx, vou com o dinheirinho muito bem contadinho para as vacances...Valha-nos o tudo incluído.

Oh pá, a malta não consegue resistir ao saldo, ainda por cima com 70%!!! E só até dia 2, que é precisamente quando abalo...
Mas digam lá que não são bonitinhos???







terça-feira, 28 de julho de 2009

Se...

...Me virem no aeroporto daqui a uns minutos com ar lamechas e uma ou outra lágrima no canto do olho, podem culpar este puto...

domingo, 26 de julho de 2009

Pack-hunting & os fenómenos nocturnos



Apesar de estar bastante comedida nas minhas saídas nocturnas (já se começam a pesar os pros and cons de uma noite bem dormida vs. noitadas compridas, idade oblige...), quando incorro em alguma, dada a minha faceta de aprendiza de sociologia, tento sempre retirar algum sumo das minhas ou de alheias experiências.

Ontem não foi excepção, pois que foi G&B reunites before the summer holidays.

De início, éramos 7. Uma ficou-se logo a seguir ao repasto e convívio home-made. A guest-speaker foi perdida para uma noite de tributo a Queen na Comuna (nem vou falar deste triste episódio...). Seguiram 5 para o Urban Beach, o mais recente espaço do Grupo K junto ao rio (um upgrade bastante simpático do Kubo, se querem a minha opinião).

Daí a 45 minutos, mais 2 desistiram alegando: isto está cheio de gente feia...

Pois que restaram Minie, M. Médica e moi-même. Acompanhadas do M., a fazer de date da M.

E eis que ocorre um fenómeno estranho: enquanto éramos 5, não nos sentimos observadas por ninguém. Assim que passámos a 3 e sendo notório que uma de nós estava acompanha, de repente passámos a merecer a atenção de um grupo masculino que integrava alguns espécimes interessantes. It was all smiles and signs to get our attention. O que conseguiram, pois que Minie e eu estávamos num bom momento, de bem com a vida e super queridinhas.

Mais uns minutitos, depois de a M. e o M. terem abandonado a noite, fomos cercadas pelo tal grupo que, creio, tinha mais de 5 simpáticos homenzinhos (sim, não eram rapazes...) que nos dedicaram toda a sua atenção e aos quais não ficámos insensíveis.

Apesar do bom momento proporcionado, tudo isto me deixou na cabeça uma pergunta: porque raio é que quando éramos 5, os 5 não vieram ter connosco, tendo antes escolhido por esperar até o grupo de meninas ficar reduzido a 2? Racional, nunca poderia ser, pois pelo menos 3 ficariam sempre desacasalados, dado sermos só 2 e sem grandes desinibições para "cenas muito à frente", if you know what I mean...

Pois que, em busca de uma explicação lógica para a minha dúvida, encontrei
aqui um artigo sobre matilhas de lobos e a caça e que, creio, explica um pouco o mecanismo "animal" por detrás deste comportamento.

Assim, tomo a liberdade de transcrever aqui algumas partes do texto que me parecem explicar o fenómeno da "caça em grupo" na night ou em qualquer outro ambiente social (com adaptações, para ver respondida a minha questão):

Almost all predators fall into one of two groups: either they are similar in size to their prey and can challenge it one-on-one, or they are smaller than their prey and therefore must hunt in groups. (...), it is much safer, easier, and more reliable for several animals to do the job.

The number (...) in a pack varies greatly and it is interesting to contemplate the reasons for such variability. A pack may have between 2 to 30(...).

(...) some variations in pack size are due to differences in birth and death rates. Of course, there is more to the story. There appear to be four factors affecting pack size, all of which stem from an ecological basis and have resulted in various behavioral adaptations (...). These are: (1) the smallest number (...) required to locate and kill prey safely and efficiently, (2) the largest number (...) that could feed effectively on any one particular prey, (3) the number of other pack members with which each (...) could form social bonds, and (4) the amount of social competition that each (...) in the pack could accept.


(...) Within a larger pack, rarely is the whole pack in on the kill and, usually, only few (...) actually come in contact with the prey while other individuals may only be important in helping to locate, chase, or harass the prey. Larger packs might also split up temporarily and hunt in smaller groups.

The second factor that seems to affect pack size is the amount of prey available to feed the all (...) in the pack. A pack might be so large that, after all the highest ranking members had finished eating, there wouldn't be anything left for the subordinates. In such a situation, hungry ones would go off to hunt again. This factor would limit pack size if other factors did not. Even so, other factors do operate as well, for most packs contain fewer members than would seem necessary. In other words, most of the time there is enough food left over from a kill which could allow for bigger pack size than what usually occurs.

(...) Actual pack size appears more regulated by the third and fourth factors, which are the two social factors. (...) the larger the pack the greater the competition is for important resources, such as food and mates. There is also more competition for leadership and dominance the larger the group gets. When competition becomes too tense, pack organization can be detrimentally disrupted. In these cases the pack cannot function efficiently and some members are forced to leave. Apparently, it is this social-competition factor that limits the number (...) in a pack to less than what could feed effectively on a prey animal.

(...) among predatory species, population group size increases with prey size. The more a pack depends on large ungulates (...), the larger the pack becomes, and the more cooperation between members is required.
.

Faz-vos sentido?

sábado, 25 de julho de 2009

No meio de tanta atracção alguém se vai tramar!

Primeiro: há que variar. Este mês tem sido tão sui generis que até os meus posts o denunciam...quase todos começam a título de justificação, bem sei. Tal deve-se ao facto de estar a passar por tanto e, ao mesmo tempo, por nada, creio...
Daí andar a escrever sobre temas sobre os quais não me pronuncio muito out in the open, mas os quais tenho que justificar.

Bom, passando à frente e ligando ao título.

Já tiveram oportunidade de ler "O Segredo"? Eu já. Sendo curiosa, não me importo de "go with the flow" e ficar a conhecer os assuntos de que toda a gente fala em todo o momento. O que, em Dezembro de 2007 (yeah, já conseguem antever o cliché, certo?...) me levou à Fnac para adquirir a master piece de Rhonda Byrne.

Como sabem os que me são próximos, gostei de ler o livro. Eu sei, eu sei, mas digam-me quem não gosta de ter as suas ideias e pensamentos validados por estranhhos e depois falamos.

De facto, o livro tem uma coisa de bom: o autor quase não se imiscui. É mais um encadeado de frases que - está bem, neste ponto concedo - se lidas numa dada disposição, tenderemos a interpretar num sentido que nos ajuda a seguir em frente.

Também como sabem, uma das grandes máximas d'O Segredo é a Lei da Atracção. Em termos básicos, e com base na Física Quântica (o que quer que isso seja, como diz o meu mano), segundo a Lei da Atracção, tudo aquilo em que pensamos pode materializar-se no Universo e encontrar-nos. Coisas positivas ou negativas.

Portanto, se pensarmos em ser ricos e começarmos a visualizar sermos ricos, vamos acabar por ser ricos. Se pensarmos numa doença e nos visualizarmos a padecer dessa doença, então vamos ficar doentes...You get the picture, right?

Adiante...Ano e meio depois da leitura d' O Segredo, num fugaz momento de reflexão sobre a minha (igualmente fugaz) vida amorosa, cheguei à seguinte conclusão: bom, no meio de tanta atracção, alguém se tem que lixar, certo?

Passo a explicar:

Se alguém é desejado com a mesma intensidade por mais de 2 pessoas, e não sendo esse alguém divisível ou mesmo susceptível de replicação, a quem é que a lei da atracção vai beneficiar? E se por outro lado, esse alguém deseja outra pessoa que não as que o desejam? Como é que o Universo resolve?

Esta é uma daquelas coisas para a qual gostava de ter uma resposta. Nem que seja tentativamente...

Porque uma vez não são vezes...

...All Saints, Bootie Call

domingo, 19 de julho de 2009

Porque é Verão...

...os "slow grooves" deixam-me sempre caidinha!
Já quase todos sabem que, para não fugir ao estereótipo, sou completamente viciada em black music, por assim dizer.

É verdade, repartindo por continentes em que a black music é predominante ou de forte presença:
África: adoro uma boa morna, koladera, kizomba, um bom soukouss ou semba. Até de alguma marrabenta e bastante da música mais pop da África do Sul (aliás, uma das grandes sensações da música electrónica destes dois últimos Verões, os Kentophonik, são deste último país).
Brasil - um bom samba e MPB da boa.
Antilhas Francesas - zouk, com os eternos Kassav a liderar a tabela.
EUA - um bom soul, hip-hop ou R&B (quer o mais clássico, tipo Otis Redding ou Nat King Cole, quer o mais contemporâneo, tipo the Roots ou Erykah Badu).

Por isso, estes últimos dias, tem-me andado a encher as medidas uma música do Jeremiah, que me deixa completamente hipnotisada.
De rythm tem muito. Aliás, bastante sensual, com uma cadência lenta, super ritmada, que nos faz mexer a cabeça ou mesmo o corpo de forma lenta, sensual, com gestos elegantes e executados com graciosidade e harmonia.
Já de blues não é tanto assim. Ele não chora pelo seu amor, nem se queixa de uma vida de agruras e obstáculos. Mas, como é uma manifestação de querer satisfazer desejos femininos mais, digamos, íntimos, perdoa-se o moçito e deixamo-lo ficar enquadradro na secção R&B...

Então aqui fica " Birthday Sex" (lyrics and music para os que ainda não tiveram oportunidade de conhecer)*:



Yeah, yeah, yeah

It's your birthday so I know
you want to riiide out,
Even if we only go to myyy house
Sip mo- weezy as we sit upon myyy couch
Feels good, but I know you want to
cryyy out
You say you want passion
I think you found it
Get ready for action
Don't be astounded
We switchin' positions
You feel surrounded
Tell me where you want
your gift, girl


Girl you know I-I-I
Girl you know I-I-I
I've been feenin'
Wake up in the late night...dreamin' about your lovin'
Girl you know I-I-I
Girl you know I-I-I
Don't need candles or cake
just need your body to make good

Birthday sex
Birthday sex

It's the best day of the year, girl

Birthday sex
Birthday sex

It feels like, feels like... lemme hit that...g-spot g-spot

See you sexy and them jeans got me
on 10
1-2-3, think I got you pinned
Don't tap out...fight until the end
Ring that bell; we gon start over again
We grindin' wit passion, cuz it's yo birthday
Been at it for hours...I know you thirsty
You kiss me so sweetly...taste just like Hershey's
Just tell me how you want yo gift, girl

First I'm gonna take a dive into the water deep until I know I pleased
that body (body ah oop)
Or girl without a broom
I might just sweep you off your feet
And make you wanna tell somebody
(body, how I do)
somebody body how i do
Or maybe we can float on top my water bed you close your eyes as i impry between your legs
We work our way from kitchen stoves, and tables
Girl you know I'm more than able to please, yeah
Say you wanted flowers on the bed (on the bed)
But you got me and now it's on again

(it's the best day of the year, girl)
(lemme know what it feels like, feels like, when I hit that G-spot, G-spot)


*Parental advisory

domingo, 12 de julho de 2009

Porque é disto que vale a pena manter recordações

Nos últimos meses a movida nocturna tem andado mais descurada, é verdade.
Em compensação, tenho aproveitado mais os dias para o convívio com os amigos.
Sendo os fins-de-semana de Verão mais compridos, vai-se a vontade de ficar em casa, isolada com os meus pensamentos.
O tempo diz-me que há vida para além do meu casulo, por isso ande lá, saia de casa. O que tenho feito. E de que não me tenho arrependido.
Eles são os fins-de-semana a passear pelas praias nas redondezas de Lisboa, os jantares de aniversários, as despedidas de solteira com malta que vi assim pequenina e que conheço há vinte ou mais anos. Eles são os moments de tentar capturar, pelas lentes de uma máquina, a beleza dos nossos amigos, dos locais por onde passamos, das maravilhas da mãe natureza...Jantares com aqueles colegas de trabalho que se tornam amigos e parte importante das nossas vidas.
Pequenos momentos que, no fundo, são uma celebração das coisas boas da vida: bons amigos, boa conversa, bom sol, boa água, bons petiscos, bons momentos de descontração e relaxe.
Podem não abranger todas as coisas porque, há que reconhecer, para além disto há mais, muito mais. E ainda bem: porque se já estes momentos nos fazem sentir felizes (ainda que, sejamos honestos, seja uma felicidade momentânea, mas com efeitos que perduram é certo), então o que nos espera mais à frente será, com certeza, sempre melhor.
E fico contente por poder pôr todos estes momentos no imenso baú que é a minha memória.
E fico contente por ter todas estas pessoas na porção da minha bolha que se estende para lá do meu aconchego e que felizmente tem vindo a alargar-se cada vez mais, em termos espaciais.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Porque ter presente o passado nunca fez mal a ninguém

Hoje, o XB andou a bombar Mary J. Blige all day long.
Eu gosto da Mary J. Uma mulher do ghetto, que venceu à custa do seu enorme talento, visão e perservarança.
Também eu espero reunir as qualidades para vencer nas vertentes da vida que considero essenciais.
E o primeiro obstáculo a ultrapassar está mesmo à minha beira. Ter presente o passado para continuar firme e hirta nos meus propósitos. Que sei que vou conseguir ou não fosse eu N..
Porque em lembro-me...

Mary J Blige - Reflections (I remember)
[Intro:]
I remember [x7]

[Verse 1:]
Back before
The record deal
And the cars
And the cribs
And the way
That things
Took off
I was signin'
At Lucy's
On 1-25th
Just tryin'
My best
To get on
Back when
Me and Puff
And B.I.G.
Was kids
And I knew
Jodeci
I was young
And tough
And fresh in love
And it was
All a dream
Signing a contract
No guiding light
Just hopin' I
I can get out
The projects
And get my
Family right
'Cause they
Were my life
In Red Zones
In Bentley's
You can
Catch me
Tryna do me
I was jaded
On the block
I coulda faded
On the block
But I made it
Off the block
And I

[Chorus:]
I remember
Back when
I didn't know
Which way
To live
I remember
Back when
Pain was
All I had
To give
The reflections
Of my life
I see the
Lessons that I've learned
And now I know
Heartbreak don't exist
When it's been
Torn apart
By love

[Verse 2:]
I use to
Throw a fit
I use
To shed
A doubt
And blame it
On a man
But that
Was Mary than
And this is
Mary now
You gotta understand
It's about
How we
Respect ourselves
And the men
Have no control
Of our self-esteem
And when
We see that
Then we can
Let go

[Hook]

[Bridge:]
Now I made
Some mistakes
I lost some
Friends along
The way
But I don't
Carry it
'Cause it
Made me
A better chick
Its my life
And I know
That there's
More for
Me to see
I may not be
What I'm
Suppose to
But I can
Tell you right now
I ain't what
I use to be

[Hook]

[Outro:]
I remember [x7]


E também para ouvir, que vale sempre a pena (de preferência, blasting out loud do leitor de CD's, com o bólide todo a tremer com os baixos :-))))

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Manuel Pinho? Estado da Nação? Who cares...

...Porque sendo quinta-feira à noite de uma semana de ritmos alucinantes, não vou gastar luz, oxigénio, forças e o meu querido teclado com coisas mundanas e sobre as quais ainda muita tinta (e parvoeira) há-de correr.
Não. Adoptando o estilo facebook ou twitter:
What's on my mind?... Que se ganhasse o Euromilhões amanhã ia para aqui:



...mas só a partir de segunda-feira, pois amanhã inicia-se a festa cigana que vai ser a despedida de solteira da Feijão (e para a qual estamos todas super excited) e que irá envolver maletas, reis, coreografias de "gaijas solteiras", excelente conbíbio e SPA. Tudo a que meninas e uma noiva fantásticas têm direito.

Mas o que me está mesmo a entusiasmar é a possibilidade de me ver qual Keanu Reeves no "Point Break" a montar umas onditas aqui:



Do camandro!!!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

The greatest artist ever

E o sommy volta a ter mais um momento cliché. Mas não consigo evitar...
Michael Jackson foi pronunciado morto há minutos.
Diga-se o que se disser, é uma perda para o mundo da arte e para todos os seus fãs, nos quais me incluo.

À semelhança de muitos (que deverão ser na ordem dos milhares) também eu lhe presto tributo em público (em privado, já há muito que as suas músicas estão na lista de "most played" do meu ipod).

Joga Frio

Este ano estou definitivamente MUITO virada para a música, a descoberta de novas vozes(ou melhor, prestar mais atenção a vozes por muitos há muito ouvidas), sonoridades, acordes, enfim...
Uma das minhas adições (duplo sentido, um deles se souberem o que são anglicismos) são os Coldplay. O último CD - e primeiro para mim no que a aquisições toca - é simplesmente genial, como já tive ocasião de mostrar aqui.
Portanto, para além do tributo que já presto com o meu Waiting Ring, aqui fica mais uma música do Viva La Vida (creio que esta está incluída no CD 2 do album duplo).

Life in Technicolor

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Nova imagem...

Aproximando-se o aniversário do babe blog e na impossibilidade de me deslocar ao cabeleireiro para actualizar a minha (contenção orçamental a quanto obrigas...), achei por bem mudar (para melhor, espero) a imagem e configuração do "sommier". Digamos que estava assim um pouco como que "desenxabido" e sem vida...
Se tiverem comentários (positivos e/ou construtivos, de preferência), o sommier é vosso...
E como o aniversário se festeja até dia 22, pode ser que até lá o sommy receba mais presentes ;-)

domingo, 14 de junho de 2009

Astrologia (ou eu sou muita boa!)

Porque é um tema que me fascina, volta não volta, lá estou eu a "googlar" informações sobre o meu mapa astral.

Em tempos idos, e por graça do meu amigo Tiago S., tive a ocasião de participar numa festa astrológica, na qual, entre várias outras actividades interessantes, tive a oportunidade de me "lerem" ou "interpretarem" o meu mapa astral. Gostei do resultado, porque foram confirmadas coisas que ou já sei sobre mim ou já suspeitava acerca de mim. E vá lá que foram quase todas coisas boas.

Assim, neste final de dia de Domingo (soberbamente bem passado, há que sublinhar) cá estou eu na vasta teia mundial fussinhando em sites de astrologia. E eis a minha mais recente leitura. Aqueles que me conhecem e lerem estas linhas são livres de comentar...

Mapa astrológico de N.:




Rising Sign is in 22 Degrees Libra
Very attractive and popular, your charm helps you to get your own way and prevents others from getting angry with you. "Peace and harmony at all costs" is your battle cry. You always try to ameliorate or to cosmetically hide any physical ugliness or any angry feelings between people. Flashy, but not gaudy, you prefer to dress elegantly. You generally have good taste in music, art and literature. Beware of the tendency to compromise yourself in your attempt to be agreeable at all times. A bit of a social butterfly, at times you can be vain and lazy. For the most part, however, you are gracious and affectionate, and your refined and aristocratic demeanor serves as a role model to others.

Sun is in 10 Degrees Pisces.
Extremely sensitive and emotional, you absorb the emotions of others (whether positive or negative) like a sponge. Emotionally vulnerable, you are easily upset and tend to cry readily. You are at your best when you can structure your environment in such a way that you are surrounded by positive, upbeat people. You are very helpful and understanding of the needs of others. Indeed, at times this can be a disadvantage, because you can be a sucker for anyone who needs help. Shy, dreamy, romantic in nature, you delight in retreating into your private fantasy world. Just be careful that you do not get lost in it! Trust your intuitions -- you may be quite psychic.

Moon is in 24 Degrees Aries.
High-spirited and courageous, you are a fighter when your emotions are aroused. The degree of force and drive that you can bring to any effort sometimes surprises others. You have hair-trigger reactions to specific stimuli and tend to "let it all hang out." You sometimes act before you think and do things on the spur of the moment, and that sometimes gets you into trouble. Your moods change quickly -- you have quite a temper, but you don't hold grudges. Very independent, with an extremely strong and forceful personality, you are known for being impulsive, careless, reckless, foolhardy, rash and daring.

Mercury is in 27 Degrees Pisces.
Your ideas and thought processes do not come to you in an orderly, logical fashion. Instead, you think with your feelings or with images produced by your rich and fertile imagination. A very subjective person, your dreams and fantasies are very important to you. You trust your intuitions and tend to reject ideas that are based solely on logic. Very impressionable, you are sensitive to the moods and emotional states of those with whom you come into contact.

Venus is in 27 Degrees Capricorn.
You tend to keep your feelings under control -- emotions are only released in serious or important situations. You are distrustful of others whose behavior could be judged excessive or immoderate. As such, you prefer to relate only to those who are older than you or to those whose position is such that respect and duty are more important for both of you than passion or emotional response. Be careful, however, of relationships that are merely based on practicality or utility or you will ultimately be lonely.

Mars is in 01 Degrees Pisces.
Very sensitive and vulnerable, it is difficult for you to assert yourself. At times, you feel quite tired and you will require a lot of sleep in order to maintain your health and your strength. You are at your best when you act without your ego being important. You can be very unselfish and considerate of the needs of others. You get the most satisfaction by giving to others when you expect nothing in return. Beware of a tendency to want always to work behind the scenes or to become overly deceptive by doing things behind others' backs.

Jupiter is in 29 Degrees Cancer.
You must be emotionally secure in order to grow and develop. You are happiest when your family and community support and nourish you and boost your morale. Whether your childhood experiences of love and emotional dependability were positive or negative will set the tone for your emotional growth and stability as an adult. When you feel at ease with yourself, you are able to offer assistance to those who need a helping hand.

Saturn is in 10 Degrees Virgo.
Your life must be orderly and practical and full of known and familiar routines in order for you to feel comfortable with yourself. Be careful, however, not to let "order" become the be-all and end-all of your life, or you may become cold, crass and unfeeling. Doing useful, practical things boosts your self- esteem. Abstract concepts and reasoning seem frivolous and a waste of time to you. You are very critical of yourself (and others), indeed at times quite self-deprecating. Try to relax a bit and allow yourself the freedom to fail once in a while. However, you probably won't fail very often because you are such a perfectionist.

Uranus is in 20 Degrees Scorpio.
You, and your peer group, demand to confront life at its deepest and most meaningful levels. Very compulsive and obsessive in your approach to everything, you will avoid anything that is casual or superficial, especially when it comes to relationships. You will seek out and explore new methods of healing as well as different ways to deal with deep-seated emotional problems.

Neptune is in 20 Degrees Sagittarius.
You, and your entire generation, are heavily involved in investigating and idealizing foreign and exotic intellectual systems and religious philosophies. The most extreme ideals will be pursued with gusto. You will be at the forefront of humanitarian attempts to improve the lot of those who are in need of assistance. You will be comfortable with the concept of the "global village."

Pluto is in 18 Degrees Libra.
For your entire generation, this is a time of radical changes in society's attitude toward marriage and interpersonal relationships. There is a general fear and awe at the power inherent in making emotional or contractual commitments -- they will not be entered into lightly.

N. Node is in 17 Degrees Virgo.
You're usually quite at ease in leaving leadership roles in the hands of others. You would rather tend to the thousand and one details that need to be accomplished to keep any group going. Although you're very fussy and high-minded when it comes to choosing your associates, once your loyalty is given you can be trusted with many of the practical aspects of any project that is being undertaken. Usually quite unselfish, you will toil long hours in the service of any worthy cause that demands your attention. But be careful that your perfectionist tendencies don't get in the way of making real progress. (In other words, don't waste your time dusting clean shelves!)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Coração blues

As for matters of the heart, creio que esta música pode ilustrar o meu estado de espírito nos últimos dias...Mas, repito, não estou apaixonada.
É certo, estou um pouco saudosista. Damned human nature!
Porque é que é tão fácil habituarmo-nos rapidamente à boa companhia, ternura e calor de outros seres humanos? Tanto que quando desaparecem sentimo-nos um bocadinho menos vivos, um bocadinho mais tristes, um bocadinho melancólicos?
Einmal ist keinmal...
Aproveito também para celebrar os 13 anos de descoberta dos sons africanos e identificação com os mesmos. A canção original é cantada por Grace Évora, um cantor cabo-verdiano brutal que descobri no mítico Verão de 1996 e que em muito contribuiu para a minha paixão pelas mornas, coladoras, kizomba, zouk...
O Mika Mendes é de uma nova geração e também provoca interesse, por isso stay and enjoy...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Einmal ist keinmal...

Just finished Kundera's "The Unbearable Lightness of Being"...Actually, I managed to finish the book on Monday, but some words are still echoing in my mind.
Just in case should you find this little spot of mine where (almost) all masks fall off and a little piece of my true self gets to see a little bit of sunlight (which is the same as attention from those I’m happy to share this space with) I’m writing in English.
The unbearable lightness of being...just now, almost fifteen years after I’ve read it for the first time, I’m beginning to understand the title of what is said to be Kundera's master piece.
Just being can indeed be unbearable and overwhelming. Regardless of being in a life with or without joy or happiness.
That is why some prefer to trust their lives into the hands of some superior force, like God or destiny or karma.
Life is too beautiful - even when it's filled with sadness - for one to just sit by and watch it flow without even as much as take a dive in it's turbulent waters.
Kundera's motto is "Einmal ist keinmal" or, in a more literal and pragmatic translation, once doesn't count or once is never. The same is to say: you do one thing and you never have the chance to do it again. Because history doesn't repeat itself. The act may be the same, but the facts, the circumstances, the surroundings and even the assumptions that led to it are never the same. Kundera's conclusion is that, regardless of all, in the end, all decisions and choices are irrelevant, since, as they cannot be repeated, they will not have a significant meaning either to the one that is making the decision or to world where one lives.
I, on the contrary, and because interpretation is also a matter of convenience and depends on one's state of mind, choose to draw a different conclusion: in order to really feel it, once is never enough...so, let's see if we get to do it again...

domingo, 17 de maio de 2009

O dia mais longo

Para mim, o dia mais longo do ano não é o 21 de Junho. Não desde 2003.
Foi no dia 16 que te perdemos. Um raio com uma luz que brilhava mais que todas as outras do meu universo.
Partiste sem que eu te pudesse ver uma última vez, sentir o teu calor, a tua batida inigualável, a tua face com réstias daquela cor maravilhosa, ver-te a menear os teus fantásticos caracóis e olhar para aqueles olhos de um verde profundo que tinham a capacidade de nos encantar, quando inocentes, de deixar qualquer homem sem fôlego, quando profundos e travessos.
Mas ainda bem que não partiste sem antes os nossos caminhos se entrelaçarem (e não apenas cruzarem), ainda que por uns breves quatro anos. Foram uma vida.
E ainda hoje são as nossas histórias durante esses quatro anos que me inspiram a tornar-me uma pessoa melhor, a tentar dar mais de mim, tal como tu o fazias, incansavelmente e sem esforço. Do fundo do coração, espontaneamente. Sempre invejei e continuarei a invejar essa tua grande capacidade de humanidade e relacionamento com o próximo. A forma intensa como viveste os teus breves 24 anos. A capacidade que tinhas de agregar coisas boas à tua volta e sem que te desses conta disso.
Conquistaste-me numa noite de estudo no Ágora, naqueles noitadas sem fim e imemoráveis, sentadas no hall a fumar um cigarro e a trocar palavras pela primeira vez em 2 anos, apesar de sermos colegas e de eu ter andado na escola com a tua prima. Foi aí que fiquei tua fã incondicional, que me desviei do teu caminho para conquistar a tua amizade, incluindo-te no meu mundo e deixei que tu e a tua fantástica família me recebessem de braços abertos e incondicionalmente no vosso mundo.
Ainda hoje as palavras que proferiste em transe, numa das nossas imensas noitadas de estudo do 3.º ano em tua casa me queimam a alma: por serem verdadeiras e por nunca ninguém até então se ter apercebido do meu tormento interior e de o ter expressado tão cruamente e serenamente. E podes ficar descansada. Demorou, mas têm vindo a surtir o seu efeito.
Ainda hoje, continuas a ser tu a mensageira nos meus sonhos sempre que a mensagem é: vai correr tudo bem.
Ainda hoje, quando falei com a tua mãe, aquela gargalhada gostosa e aquela frase malandra "estou a ver que tens muito para me contar" me evocaram a tua voz, a tua gargalhada marota, aqueles olhos verdes gozadores.
E ainda agora, ao escrever estas palavras sorrio para mim e penso: agora é que a Catila gostaria de me ver. Bem comigo (ou melhor comigo própria), um pouco menos certinha, um pouco mais atrevida. Vê lá tu que até para as mini-saias tem me dado, mesmo não tendo aquelas pernas fantásticas que só tu tinhas para uma boa mini-saia...
Chegaste, viste e venceste a minha barreira de protecção como ninguém. Por isso, até que a minha chama se apague, a tua ficará sempre comigo, Amiga. Porque sei que onde quer que estejas (sim, porque a tua alma é grande demais para simplesmente desaparecer) continuas a olhar por mim.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Post para o Nuno



Maio é um mês de aniversários. Não só de familiares e amigos, mas também aqueles aniversários que antes tinham um significado para nós. O 8 de Maio (quando tudo começou) e o 12 de Maio (o início do fim, sete anos depois...). Faz, assim, sentido que seja agora em Maio que o círculo se complete.
Depois de, na semana passada, ter ido ver o "He's (just) not that into you", este fim-de-semana, na minha incursão fnackiana, comprei o livro. Não o "screenplay", mas o próprio do livro original.
Se tivesse apenas visto o filme, não estaria agora a escrever-te este post. Felizmente, que me passou pela cabeça ler o livro.
Li o livro em três dias e adorei.
E hoje, depois de lida a última página do livro durante o intervalo do almoço, 6 horas mais tarde, enquanto andava desenfreada a subir degraus no "Stair Masters" lá do gym, tive a minha epifania, o meu momento de revelação.
Em primeiro lugar, desculpa. Desculpa por te ter feito perder o teu tempo comigo e ter-te dada a possível ilusão de que podíamos ter um futuro. Provavelmente não merecias, mas o mal de não sabermos o que queremos ou de nos deixarmos conduzir pelas circunstâncias (ao invés de as conduzirmos) é precisamente esse: andamos desnorteados e deixamos que alguém nos tente dar um norte.
Não me leves a mal: eu gostei dos 7 anos que tive contigo. Adorava-te (e creio que vou continuar sempre a adorar-te). Adorava a nossa intimidade, as nossas conversas, a nossa interacção em momentos de família e com os amigos, a tua companhia, o teu abraço e calor humano.
Mas esta semana soube (ou confirmei) que não passava disso mesmo: de uma adoração.
Percebi que, afinal, eu nunca estive "that into you".
Nunca senti uma dor física provocada pelos momentos em que estivémos afastados(e ainda estivémos uns quantos), nunca senti a ânsia desperada de te ligar logo pelo início da manhã ou no fim da noite para ouvir a tua voz, muitas vezes preferi dedicar o pouco tempo livre que tinha para estar com os meus amigos e contigo, em vez de querer estar só contigo. Nunca me vi (mesmo sabendo que o posso ter dito) a passar uma eternidade ao teu lado sem que isso me desse um frio na barriga. Nunca me empenhei para te preparar surpresa, como gosto tanto de fazer e como tu próprio testemunhaste em relação a terceiros.
Em segundo lugar, desculpa nunca te ter dado a perceber que também não eras tu que eu queria. Perdoa-me a minha indisponibilidade emocional, da qual sempre tiveste noção (muitas vezes noção essa que te induzi e reforcei por diversas vezes).
Dei-te a perceber o ideal de ti que eu gostaria de ter, a imagem que eu gostava que tivesses de mim. Com toda a pressão que isso implicou. Mas isso foi relativamente fácil, porque, apesar de tudo, eu nunca me abri, nunca te mostrei tudo o que sou, só aquilo que eu achei que te interessava veres. Mesmo nos momentos em que estive lá para ti, nunca estive totalmente lá, nunca foi um apoio despreendido. Desculpa.
Mesmo o meu "perdão" não foi desinteressado. Primeiro, pensei em mim, no meu orgulho, nos meus planos e objectivos e em como não queria abdicar deles. Foste, num caso, muito particular, um meio para a obtenção de um fim. Que, como seria de esperar, atingi...
Mesmo a minha hesitação quando falaste na palavra "C", não se deveu à dúvida de saber se valia a pena recomeçarmos por aí, mas tão só ao facto de estar farta de estar sozinha, com todas as desvantagens que isso tem.
Hoje percebo porque nunca te disse a palavra "A" (aliás, acho que já na altura, o percebia...).
Porque, como dizem os autores do livro, dizer "gosto muito de ti" quer dizer só mesmo "gosto muito de ti". E dizer "não liguei" ou "não me apetece" porque estou cansada depois de ausências de dias só pode querer dizer "estou de tal modo interessada que nem mereces o meu esforço".
Não quero com tudo isto dizer que não me fizeste sofrer. Afirmar tal coisa seria estar a enganar-me a mim própria. Mas mesmo o meu sofrimento não foi, sinceramente, por ti, mas por mim: ninguém gosta de se sentir traída e humilhada, muito menos quando é o próprio namorado que a sujeita a humilhações, e sem que eu soubesse e pudesse defender-me delas. E ainda hoje, a minha mágoa para contigo vem tão-só daí: de saber que voluntária e conscientemente (e, quiçá, intencionalmente) me deixaste exposta e indefesa a quem não devias.
Se um dia passares por aqui e perceberes que és o destinatário deste post, que o mesmo te ajude também a teres a tua closure e termine os teus dilemas ocasionais.
E, no futuro, quem sabe? Todos aqueles que vêm em paz são bem-vindos ao meu círculo de amigos.
Como sempre te disse, sou pessoa de me arrepender do que faço e não do que deixo por fazer.
N.

terça-feira, 5 de maio de 2009

E o comando já é MEO!

Et voilà! Ao fim de um ano, lá deixei de ser tonta e aderi ao MEO. Hoje o comando já foi MEO e, de facto, a coisa tem encantado. A começar pela qualidade da imagem, que é óptima!
Atenção: deixei de ser tonta simplesmente pelo facto de ter direito a um desconto que não estava a gozar e, ao invés, ter preferido andar a pagar o dobro à ZON.
Mas eu sou assim: velhas alianças são difíceis de desfazer. E a preguicite também pára por estes lados, é certo.
Quand même: nem tudo são rosas...Como moro a uns 5km da central, apenas posso ter uma Meobox e não consigo ver os canais em HD, porque para isso seria precisa uma largura de banda que não tenho (pelo menos até ter a sorte de ser abrangida pelo eventual serviço prestado em FO).
Em todo o caso, ainda tenho a ZON durante uns tempos...vou começar o desmame do Fox Life e esperar que a ressaca não seja grande.
Em compensação: já tenho ainda mais argumentos para atrair o sexo masculino cá a casa (de preferência os que ainda não conheça...). Ah, pois é: ele agora é Benfica TV, Barça TV, Manchester United TV, Chelsea TV, you name it!!!

domingo, 3 de maio de 2009

Um bom fim-de-semana!

Fim-de-semana comprido!!!
Por acaso, o entrar em weekend mode começou logo na quinta.
Cheguei a casa com a fisgada de jantar um batido, xi-xi, cama...Mas acabei a fazer um jantar razoável, a abrir um Sirah 2005 (que ainda tem rolha de cortiça), por um som, instalar-me no sofá, apreciar um bom jantar, vinho e a minha sempre espectacular companhia.
Sexta - ante a possibilidade de várias comezainas durante o fim-de-semana - paragem obrigatória pelo gym e logo com aula de RPM (a brincar, a brincar, são 600/700 kcla a ir ao ar em 45min).
Depois do gym, esplanada e praia. Jantar no Fusion em mais do que excelente companhia (não incluíndo o Santana Lopes...), regado com fantásticos cosmopolitans e bom vinho branco chileno (daqueles que já não têm rolha de cortiça, infelizmente). Paragem pela Comuna (sem sair do carro), Mussulo (sem dançar uma kizomba, mas com disponibilização de número de telefone ao RP, a quem acho imensa piada) e última tentativa no Lux (paradas no parque a tentar perceber se valia a pena pagar os €12). Acabei em casa às 03h00...
Sábado: dia agitado! Almoço no Noobai (caloraça), tentativa de compras fúteis(niente), dramas com carros rebocados e quando estava a preparar-me para a minha merecida sesta, telefonemas sobre e-mails que tinham que ser enviados naquela tarde (o que implicou deslocação à empresa, com todos os dramas que isso implica - lidar com seguranças, ao ponto de invocar a administração para me deixarem entrar).
Passagem na FNAC para aquisição de presentes (para amigos e para a je).
Jantar no Al Fresco do Estoril e bate papo com amigos (e amigos de amigos) até às 02h00.
Domingo: seis horas para dormir (por causa da nova senhora que me ajuda com a limpeza). Voltei a casa, deixei a Anabela ocupada com cotão, detergentes e roupa e enfiei-me na cama para tentar compensar as horas de sono.
Valeu-me o facto de um dos meus vizinhos estar inspirado e ter sacado de Tom Jobim em tom elevadito. Não há melhor companhia para relaxar e deixarmo-nos ir. Foram duas horas verdadeiramente restabelecedoras.
Acordei e, para minha agradável surpresa, não só a casa cheirava a limpo, como a roupa estava praticamente despachada. Resultado: a Anabela fica, pelo menos, por mais uns tempos...
Invocando a desculpa da anemia, desencantei mega bife (e super tenrinho) para o almoço, mas acompanhado de salada (nem tanto ao mar nem tanto à terra...).
Depois lá convenci a Telles a servir de motorista (amor com amor se paga) e fomos para a Praia da Mata, tentar curtir mais um bocado do solinho de pré-verão que se fez sentir em Lisboa estes dias.
O segundo drama: chegámos na hora em que começaram a aparecer mosquitos, que rapidamente nos assaltaram. Literalmente, estávamos cobertas de mini-mosquitos a ser furiosamente picadas. E a minha paranóia com insectos veio à tona...já me sentia com bichos em tudo o que era sítio, mesmo eles não estando lá. O remédio: ir à água para nos livrarmos deles. Brrrrrrrrrrr. Congelaram os pés, as mãos, tudo!!! Mas pronto, o primeiro banho de mar já está dado!
Ainda tentámos ficar mais um pouco na praia, mas às tantas já só se via pessoas a coçaram-se e a bater em si próprias na vã tentativa de afastar os cabr**s dos mosquitos (isto é muito soft comparado com os outros miminhos com que eu e a Telles os brindámos), pelo que desistimos e rumámos ao carro.
Para nos consolarmos da tarde infrutífera de praia, lá nos lembrámos de?...Certo: comer!!! Parámos no Poço (perto da Fonte da Telha), onde nos deliciámos com uns caracóis, carcaças torradas com manteiga, imperiais e uma das melhores ameijoas à bulhão pato que já comi. Daquelas com muita molhanga e molhanga espessa!!! Huuum...já estou outra vez com água na boca!
Mas o melhor de tudo foi mesmo a oportunidade de estar com as minhas amigas, a jogar conversa fora (e nem sempre na lógica da cusquice) e perceber que efectivamente às vezes é bom baixarmos a guarda e mostrar o nosso verdadeiro eu a quem podemos e devemos!
Que venham mais e bons como este!!!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

How many hours in a day

É daquelas perguntas que frequentemente me faço a mim própria. Quantas horas tem um dia?
Alguém se lembrou de lhe dar apenas 24 horas...Calculo que em função das rotações da terra e todas essas m*****es. Peço desculpa pelo vernáculo, mas tudo o que puxe às ciências causa-me sempre alguma irritação (pelo profundo desconhecimento) e aversão.
Em que época vive a minha geração que tem que se esforçar para bater os possíveis e impossíveis para esticar o tempo, ter rentabilidade e, se forem mulheres, arranjarem tempo para aparentarem, não só um ar saudável, mas também maravilhoso e sofisticado. E o pior é que ainda nos pomos a ler aqueles artigos da "Überwoman", que é o mesmo que dizer, artigo que nos forçam a ir para além do limite e das nossas forças físicas e psíquicas, para dizermos ao mundo: "Vejam eu consigo"...
E eu vou tentando até ao dia em que a vida, farta de me dar sinais (daqueles luminosos, como em Times Square) se cansar e atirar com um: Se não aproveitas, também não te dou mais...

domingo, 26 de abril de 2009

Há sempre espaço para melhorar!

Não, meus amigos. Não escrevo estas palavras embriagada ou em estado depressivo.
É, sim, fruto de um fim-de-semana que se avizinha mais introspectivo que outra coisa.
Introspectivo em todos os sentidos: material e pessoal.
Hoje foi dia de peregrinação ao IKEA. Valeu-me o facto de ser feriado, o que me obrigou a fazer uma "check-list" previamente a abandonar o lar. Efeito: demorei pouco mais de hora e meia, entre ver, analisar, decidir e comprar. Resultado: o rombo na conta não foi muito significativo e fiquei com a sensação de tarefa atingida.
Estou, efectivamente, a atravessar uma fase em que ando mais voltada para mim e para o meu mundo interior. A casa, os meus estados de alma, o meu corpo.
Quanto à casa, finalmente estou a pensar dedicar-lhe mais atenção. Confesso que tendo começado já a adquirir o hábito de frequentar e gozar outras divisões da casa que não o quarto, o W.C. e a cozinha (bom, também são só mais duas...), causa-me alguma aflição ver o quão desnudadas e despersonalizadas estão algumas das minhas paredes e superfícies.
São o reflexo de uma fase com a qual já não me identifico: paredes brancas suscitam-me a ideia de algo sem história. Não é, decididamente, o caso. O meu último ano e meio representou o regresso à vida e está na hora de também o meu lar o expressar.
Quanto à introspecção espiritual, essa tem uma periodicidade mensal, em particular quando lh antecedem momentos marcantes - bons e maus.
Confesso que neste momento quando olho para a minha alma - se é que tenho uma - ela me aparece num tom que apenas consigo caracterizar de "bubbly", aéreo, leve.
Esta semana, tirando dois ou três dias em que tal se impôs por dever, tive sempre algumas dificuldades em pôr mão nas minhas horas de sono.
Mesmo chegando tardíssimo, o vizinho que tenha binóculos com "features" raio-x poderá ter tido a oportunidade de me ver de phones nos ouvidos, escutando música e dançando em frente ao espelho até altas horas da madrugada. O único motivo que encontro: energia para despender. A questão: os meus dias de trabalho normalmente têm 12 ou 13 horas, mais o tempo que passo em "commuting" (vá, 40/50 min), mais as horas que invisto no gym (2h/diax 2 ou 3 dias). Portanto, não sei onde a fui arranjar.
Só a posso imputar ao bom momento que tenho estado a viver. A todos os níveis. É a manifestação de uma máxima que tenho o hábito de dizer aos outros, mas na qual nem eu própria costumo depositar muitas expectativas: a vida é feita de altos e baixos.
Tenho também andado a fazer um esforço para aplicar as minhas "exceptional language skills" (pelo menos é resultado de um teste de QI, na ronda semanal de testes) na escrita de sms que causem no seu destinatário o efeito que as deste último têm causado em mim. O que é difícil. O meu interlocutor escreve em inglês e tem uma verdadeira veia poética, mesmo quando escreve sobre coisas mais - digamos assim - físicas...Eu, pelo meu lado, sou uma menina de prosa, com poucos dotes para as metáforas, salvo aquelas mais "cheesy" que se encontra em qualquer romance de cordel. Portanto, digamos que os meus tempos de resposta apenas são comparáveis ao de qualquer prestador de serviços essenciais (os antigos serviços públicos): nunca imediatos... Fosse eu regulada nesta actividade, já teria levado com não sei quantas contra-ordenações por incumprimento de níveis de serviço...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A maldição do telemóvel

No passado é que era. Um passado não tão distante assim, que eu também ainda nem tenho 1/3 de século, ok?!?!?
Mas resumindo, no passado é que era.
Ainda me lembro de enviar cartas pelo correio aos meus amigos durante as férias grandes, só pelo prazer de dizer "olha, estamos longe, mas estou aqui, contigo no pensamento". Sem expectativas algumas. Mandava o postal ou a carta, e já ficava contente quando em Setembro, de regresso às aulas alguém dizia: "Recebi e adorei a tua carta."
Passando uns anos à frente, também ainda fui do tempo em que relações à distância podiam ser cultivadas (mal, é certo, como de resto evidenciado pela experiência) com os telefonemas de longa distância, que deixavam a minha mãe com os cabelos em pé, recebida a conta da PT (sim, porque na altura não havia nada de Novis, Sonae, Zon) e a minha pessoa de castigo, com restrições (durante algumas horas, é certo, que a minha mãe sempre detestou os castigos mais mundanos, preferindo deixar-nos com o peso das nossas acções indevidas na consciência - método altamente mais eficaz, garanto-vos) até à próxima conta do telefone.
Em que se combinava o dia e a hora do telefonema com os nossos amigos e outros mais que amigos, para podermos estar junto ao aparelho na hora em que o dispositivo tocasse. Independentemente de estarmos a um andar, um prédio, uma rua, uma cidade ou a países de distância.
O que é certo é que nesses tempos, falhando a comunicação, não nos sentíamos mal, as expectativas apenas em parte defraudadas, porque mesmo no acesso à comunicação nem tudo dependia sempre dos candidatos a interlocutores.
Que saudades desses tempos...e como detesto o telemóvel, por ter aumentado os nossos receios.
De facto, hoje quando tento estabelecer uma comunicação via telemóvel e não tenho resposta, tenho sempre que congeminar quais as mil e uma razões pelas quais não tenho ou (1) recepção da minha comunicação ou (2) resposta imediata a uma mensagem de texto. E bem sei que também eu, com as minhas acções (ou omissões, neste caso) posso estar perfeitamente a incutir noutra pessoa a mesma sensação.
Confesso que em determinadas situações, em particular as que envolvem interacções com pessoas do sexo oposto ou "love interests" se quisermos ser mais actuais, não consigo refrear pensamentos menos simpáticos sobre o motivo porque não tenho resposta imediata a, por exemplo, SMS's, em particular quando são daqueles que nos expõem e nos deixam mais vulneráveis aos olhos do respectivo destinatário. Será que disse de mais? Será que disse de menos? Será que não gostou? Será que não responde porque tem a atenção centrada em algo mais interessante? Será que quer ignorar-me? Será, será, será...
Se o telemóvel contribuiu para nos permitir estar mais presentes na vida daqueles com os quais temos/queremos comunicar, creio que o imediatismo que lhe está necessariamente associado também contribui muitas vezes para estados de inquietação e desassossego...como aquele em que encontro agora, depois de ter enviado um SMS há 3 horas e ainda não ter tido resposta...ai inquietude, que agora me acompanharás no sono...sleep tight my friend!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Euforia

O estado em que me encontro nos últimos dias, coroado com um excelente jantar de Páscoa junto de familiares bem dispostos e que já me vão dando conselhos adequados à minha condição de jovenzinha que já passou por algumas coisas.

Estado também intensificado pela música n.º 7 do CD que tenho comigo no XB. Perfeita para momentos de condução, com o sol a brilhar através do pára-brisas, numa bonita tarde de domingo. Coldplay, I salute and bow to you for this extraordinary song (lyrics and musical arrangment - os violinos estão simplesmente brilhantes...)

Viva La Vida:

I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sweep alone
Sweep the streets I used to own

I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"

One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand

I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you go there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
(Ohhh)

It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become

Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?

I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
(Ohhhhh Ohhh Ohhh)

I hear Jerusalem bells a ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
(Oooooh Oooooh Oooooh)

sábado, 11 de abril de 2009

Não há fome...

...que não dê em fartura!
Pois é. A alma que viveu o suficiente para desencantar um dos meus provérbios favoritos tinha razão. E os autores d' "o Segredo" também, provavelmente.
Isto para explicar o seguinte:
Há cerca de 3 semanas estava eu numa das minhas incursões "fnackianas" quando me deparei com o novo CD do Boss AC intitulado "Preto no Branco". Creio que a invocar a escrita, mas convenhamos que a capa também está excelente: O Boss (mulato com muita piada) destacado sobre fundo cinza. Awesome.
Gosto de e do Boss AC desde que, em 1998, o meu mano e eu delirámos com um videoclip de uma música deste grande rapper com o nome de "Anda cá ao papá", um cover de Terence Trent D'Arby e o seu "Sign your name" (1987).



Bem sei que o nome pode apelar à brejeirice, mas como podem ouvir, a música tinha uma sonoridade brutal, que ainda hoje se mantém actual.
Além do mais, para dois manos que já desde o MC Hammer adoram hip-hop, vê-lo representado na cena nacional quase 10 anos depois do take-off do hip-hop nos States foi brutal. Amámos e ficámos fãs. Nem tem comparação com o "Não sabe nadar". Muito mais à frente!

Mas voltando ao "Preto no Branco"...bom, dizia eu, lá estava eu na Fnac, peguei no dito e dirigi-me a um ponto de escuta. Ouvi pouco, e o pouco que ouvi gostei. Acabei por não o levar nesse dia, porque optei por mais uma colectânea de kizombas (há que saber o que oiço nas minhas esparsas incursões ao Mussulo, ou não?).

Entretanto, depois de gastar mais uns euritos no shopping, voltei para casa, e liguei-me ao Facebook (pelo 3.ª vez nesse dia...). No meu Facebook tenho uma app que se chama "Meet new people", que é basicamente uma aplicação através da qual as pessoas manifestam interesse noutras, desde o flirt básico, até aos pedidos de amizade.
Ora, qual não foi o meu espanto quando recebo uma mensagem a dizer "AC Firmino likes you on Meet new people"!!! O meu coração disparou. Porquê, pode perguntar o surfista que por aqui passe? Porque, para quem não sabe, a mãe do Boss AC é uma cantora cabo-verdiana de mornas, a Ana Firmino. Para além do nome, também aparecia uma foto do Boss AC em miniatura, por isso quando vi o nome AC Firmino, fiz logo a associação. Fiquei super entusiasmada e mandei logo uma mensagem a dizer: "Olá AC Firmino." E, depois, surgiu a desconfiança, não é? Afterall, it is the Internet e há sempre a possibilidade de ludibriarmos quem quisermos. Por isso, como nas informações dizia que o mocito se encontrava em NY, e para refrear o entusiasmo de quem quer que fosse ler a mensagem, acrescentei: "If you are the real thing, just to tell you that I'm a big fan"! E rematei com um pedido de amizade. Afinal, tentar não custa, né?!
E não é que deu frutos? Ah, pois é...desde esta semana, sou oficialmente "amiga" do Boss AC...nem que seja no Facebook. E, claro que, para recompensar o gesto, hoje já fui adquirir o CD, que andará no XB nos próximos tempos, para ser escutado até à exaustão...o que, a julgar pelo que ouvi até agora, não me vai custar mesmo nada.
Para já, uma frase da canção n.º 4 (sorry, ainda não decorei títulos) com a qual me identifico: "Não quero que notem a minha presença, mas que sintam a minha falta".

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Kieran Spring 09

A minha mais recente entrada no telemóvel...

A música apropriada: "Upside down" por Diana Ross

I said upside down
Youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me

Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round

Instinctively you give to me
The love that I need
I cherish the moments with you
Respectfully I see to thee
Im aware that youre cheating
When no one makes me feel like you do

Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round

I know you got charm and appeal
You always play the field
Im crazy you are mine
As long as the sun continues to shine
Theres a place in my heart for you
Thats the bottomline

Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round

Instinctively you give to me
The love that I need
I cherish the moments with you
Respectfully I see to thee
Im aware that youre cheating
But no one makes me feel like you do

Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round

Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round
Upside down
Boy, you turn me
Inside out
And round and round

Upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
I see to thee respectfully

Upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me
I see to thee respectfully

I said a upside down youre turning me
Youre giving love instinctively
Around and round youre turning me

segunda-feira, 23 de março de 2009

Como Meursault...

E porque Março marca sempre mais um ano da minha existência, os posts deste mês têm uma componente marcadamente existencialista. Existencialismo não necessariamente aliado a uma qualquer crise. Alguns momentos (e só mesmo breves momentos) de dúvida ou de incerteza, mas porque se não nos questionarmos não conseguimos perceber o que podemos (ou deveríamos mudar). Momentos críticos nunca fizeram mal a ninguém.
E falando em existencialismo, ontem lembrei-me de Mersault, de L'Étranger ou d'"O Estrangeiro" de Camus, uma das minhas obras favoritas (só ultrapassada por Oliver Twist, que contou com 5 ou 6 leituras até aos 18).
Li o Estrangeiro pela primeira vez com 17 anos, tendo revisitado esta obra 5 anos mais tarde. Mas a primeira impressão ficou, sem nunca mais ter esmorecido.
Desde logo por creio que nunca me identifiquei tanto com um personagem literário como o de Meursault. Trata-se de alguém que reage aos elementos da Natureza e não aos convencionalismos sociais. Apesar de já ter sido mais assim (o passar dos anos vai pesando no atenuar de algumas características), ainda assim trata-se de uma característica que vou mantendo.
Ontem foi assim: o dia começou meio cinzento, mas à medida que foi ficando mais solarengo, o meu espírito foi encontrando alguma quietude e sossego. Encostei-me no canto ideal do meu sofá, que é aquele no qual o sol bate directamente na nossa face e nos aquece e dá uma sensação acolhedora, e fui invadida por uma sensação de serenidade, calma e paz interior. Algo raro e que tento sempre aproveitar quando ocorre.
A sensação manteve-se, e procurei não quebrá-la,tendo-me entregue a mim e aos meus pensamentos, não deixando o mundo exterior interromper esta ligação que por vezes consigo estabelecer entre o meu mundo racional e o meu mundo sensorial. Simplesmente maravilhoso!
Resultado: a semana começou bem (bem sei que ainda hoje é segunda), sinto-me bem comigo mesma e a minha pele está macia ao toque...
E é nestes dias que fica reforçada a crença: sou eu e mais ninguém nem mais nada que determina o meu mundo.

sexta-feira, 6 de março de 2009

E ao virar da esquina...

...virei trintona!
De facto, como pedido pela Minie, justifica-se a partilha da sensação de ter entrado nos trinta.
Devo começar por dizer que até meados de Fevereiro estava super excitada com a ideia. Desdramatizava qualquer comentário mais sombrio sobre a entrada nos trinta e estava hiper entusiasmada por começar uma nova fase. Afinal, sou aquela pessoa que adora sempre qualquer começo, e raramente (ou mesmo nunca) tem aquele sentimento de frio na barriga (how reckless of me...) perante o desconhecido. Prognósticos, só depois do jogo, já sabiamente dizia João Pinto.
Mas eis que na semana dos últimos dias de "vintinha" se apoderou de mim um sentimento de angústia, vazio, temor...
Dada a minha natureza hiper racional e analítica, dei por mim a fazer o inevitável balanço. Mais destes últimos dez anos do que propriamente de todos os anos desta minha última vivência terrena.
Confesso que o balanço gerou "mixed feelings". Sendo uma pessoa (ainda que tendencialmente) de objectivos, fica sempre uma tristeza quando não os consigo atingir. Mesmo que o não atingir signifique perder alguma coisa, mas ficar a ganhar noutras que acabam por ser muito mais valiosas...
Um dos objectivos que tinha em mente era, por exemplo, ter já constituído família. Ainda não aconteceu e não sei se será um que terei a oportunidade de ver concretizado a breve prazo. É claro que é um objectivo altamente irrealista no meu caso: adoro o meu trabalho e não me vejo a reduzir a intensidade que aplico ao mesmo (pelo menos, nos próximos tempos), prezo o meu espaço e a possibilidade de me recolher a ele sempre que preciso de "alone time", e, como tenho a mania de que quase tudo o que faço tem que ser bem feito, certamente iria perder-me na tentativa de encontrar um equilíbrio para tudo, com detrimento do meu próprio bem-estar (se já hoje é assim, imagine-se com mais dois ou três elementos).
Logo, objectivo não cumprido e ainda bem!
Não vale a pena perder muitas linhas com os outros objectivos: estão todos bem encaminhados.
A outra sensação dominante foi a do aumento do peso sobre os meus ombros: não sei se influenciada pelo que significavam os trinta há um par de anos atrás, mas desde Domingo que estou com aqueele sentimento de "agora mais do que nunca as pessoas esperam mais de mim...". Para quem não conhece o meu historial, isto até pode parecer trivial e sem grandes questões associadas.
Mas aqueles que me conhecem relativamente bem já estão a prever o que isto significará. Na verdade, posso dizer que um dos aspectos que marcam a minha passagem por este mundo e nesta era é precisamente as expectativas que carrego comigo: não sei porque carga de água, mas muitas vezes acho que tenho um reclame luminoso em néon na minha testa a dizer algo como "peçam-me para fazer ou chegar onde quiserem que eu não digo não". E, portanto, pedem-me. As entidades parentais depositam grandes esperanças em mim, mesmo apesar de ter um irmão que é simplesmente um génio e que sem dúvida chegará mais longe, se assim o quisermos dizer, do que eu. Mas ele é o eterno "codé" (o mais novo), e eu aquela que terá sempre o ar responsável (hábito adquirido desde o berço, segundo a minha mãe).
O que, de resto, infundiu em mim um pequeno sentimento de terror nos últimos dias...Confesso que tive dois ou três ataques de ansiedade nos últimos dois dias!
O que leva à próxima sensação ou sentimento - dúvida, incerteza: o que é esperado de mim daqui para a frente? Será que isto muda alguma coisa?
Espero que não. Aliás, um dos objectivos estabelecidos para o próximo ano vai ser precisamente abandonar progressivamente as amarras que eu própria criei: dar asas àquele ser mais espontâneo e impulsivo que eu sei tenho dentro de mim, algures.
Tornar-me menos defensiva, expor-me mais, deixar que mais coisas novas penetrem nesta bolha acrílica (se fosse de vidro já tinha partido há mais tempo) que criei para mim.
Great expectations? Provavelmente...mas se há quem consiga mudar em sete minutos, pode ser que eu o consiga em setenta dias ;-).
Em todo o caso, o sentimento predominante é: os vinte e nove que passaram foram bons, mas ainda agora estou a começar a escalada pela linha ascendente da curva da felicidade ou lá o que quer que issi signiifique para mim!
O primeiro sinal: o dia "0" ou 1 de Março. Dia simples, rodeada de quase todas as pessoas que contam e que sinto ainda me acompanharão nesta viagem por muitos, longos e bons anos!