Nos últimos meses a movida nocturna tem andado mais descurada, é verdade.
Em compensação, tenho aproveitado mais os dias para o convívio com os amigos.
Sendo os fins-de-semana de Verão mais compridos, vai-se a vontade de ficar em casa, isolada com os meus pensamentos.
O tempo diz-me que há vida para além do meu casulo, por isso ande lá, saia de casa. O que tenho feito. E de que não me tenho arrependido.
Eles são os fins-de-semana a passear pelas praias nas redondezas de Lisboa, os jantares de aniversários, as despedidas de solteira com malta que vi assim pequenina e que conheço há vinte ou mais anos. Eles são os moments de tentar capturar, pelas lentes de uma máquina, a beleza dos nossos amigos, dos locais por onde passamos, das maravilhas da mãe natureza...Jantares com aqueles colegas de trabalho que se tornam amigos e parte importante das nossas vidas.
Pequenos momentos que, no fundo, são uma celebração das coisas boas da vida: bons amigos, boa conversa, bom sol, boa água, bons petiscos, bons momentos de descontração e relaxe.
Podem não abranger todas as coisas porque, há que reconhecer, para além disto há mais, muito mais. E ainda bem: porque se já estes momentos nos fazem sentir felizes (ainda que, sejamos honestos, seja uma felicidade momentânea, mas com efeitos que perduram é certo), então o que nos espera mais à frente será, com certeza, sempre melhor.
E fico contente por poder pôr todos estes momentos no imenso baú que é a minha memória.
E fico contente por ter todas estas pessoas na porção da minha bolha que se estende para lá do meu aconchego e que felizmente tem vindo a alargar-se cada vez mais, em termos espaciais.
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